Hoje foi dia de passeio ciclístico aqui em Sampa, comemorando seus 458 anos. Foi o evento “WBT – World Bike Tour”, promovido por um português chamado Diamantino Nunes. Este é o 3º ano do passeio em São Paulo, evento que acontece também nas cidades de Porto, Lisboa, Madrid e, este ano, pela primeira vez, no Rio de Janeiro.
Cheguei 15 minutos antes da largada, que estava marcada para as 9 da manhã, na Ponte Estaiada. A maioria já tinha pego sua bike e eu como os que chegaram por último na minha ala (verde) – que ficava em cima de uma das saídas da ponte -, tivemos uma certa dificuldade para achar a bicicleta que fazia parte do kit da inscrição paga para o evento. Levamos um tempo esperando… Até rolou um estresse por parte de alguns que não se conformaram com a falta de bikes por ali… Passados uns 15 minutos, quando a maioria da galera passou, mais próximo à Marginal Pinheiros, havia mais bicicletas ainda não escolhidas. Só que estavam com um outro problema, alguns mais graves, como falta de selim, cabo de freio e de marcha soltos, outros pequenos, como faltando campainha, espelho ou suporte da “garrafinha”. Eu escolhi uma que já estava sem aquela campainha vagabunda, mas pelo menos passava as marchas sem problemas.
A bici é + ou – (mais pra “menos”), porém dá para encarar, principalmente se considerarmos que o objetivo do evento/passeio é promover o uso da bicicleta entre a população das grandes cidades. Eu mesmo encontrei uma menina que não tinha intimidade com bicicleta, falou que não andava fazia um tempo! Então, isso que é legal, quebrar esse gelo entre as pessoas e as bikes. Torná-las mais próximas. É claro que muita gente vai andar só nesse dia e mais uns 5… depois “encosta”. Mas muita gente acaba pegando o gostinho, passa a usar nas ciclofaixas, nos domingos e feriados e quem sabe… 2%, 3% passam a fazer da magrela o seu dia a dia, como eu já faço há vários anos. Aí a iniciativa já cumpriu o seu papel.
Eu fui com a Fabiana até a entrada da USP, um trajeto curtinho, dá para fazer rapidinho, mas fomos bem tranquilo, sem pressa, curtindo o passeio. Ela ainda tentou arrumar, em alguns postos de mecânica pelo caminho, o suporte para a sua “garrafinha”, mas sem sucesso. Bom, depois ela compra em qualquer bicicletaria, é baratinho. Despedi dela e da amiga no fim do passeio, e ainda encontrei meu outro amigo que me esperava no final do circuito. Bati umas fotos ali na Cidade Universitária e combinamos de qualquer dia destes voltar ali pra correr e pedalar. Vi diversos ciclistas com verdadeiras “máquinas” por ali treinando.
Enfim, segui pela ciclofaixa de volta ao Ibirapuera e de lá para casa. Valeu WBT.
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