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CFG – Caminho Frei Galvão, 2o. dia (10/out/10)

(É… eu queria ter postado “um por dia”, mas não consegui, sniff… Mas aqui estamos com o relato do segundo dia desta aventura.)

CFG - 2o. dia

CFG - 2o. dia

Acompanhe (viaje) junto pelas fotos no Picasa:

http://picasaweb.google.com/sv.anexos01/CaminhoFreiGalvaoBike2oDia#

  • Levantei cedo, lá pelas 5 e meia como no dia anterior, pra arrumar de novo a bagagem e jogar um lubrificante em partes rolantes da bici.
  • Deu pra descansar bem, pois o local é tranquilíssimo pra dormir. Acordei com o barulho dos galos cantando. Fiz o desjejum, bati um papo com a D.Lourdes, coloquei a água congelada na “garrafinha” e vazei!
  • 7:05h registrei minha saída no cellular e deixei Piranguçu. Até a volta!
  • Calma total neste domingo. Clima também muito bom, ar fresco.
  • Na saída peguei à esquerda: uma placa indica sentido “Serra dos Vieiras”.
  • Saindo da pequena Piranguçu, passei ao lado de pequenas fazendas com pastos bem verdes. Visual maneiro.
  • Fiz uma pequena parada para verificar o pneu de trás. Ele já dava sinais de esvaziamento novamente. Resolvi reparar no primeiro bom local que surgisse.
  • Lá no alto, a Serra dos Vieiras me esperava. Era a primeira (e única) grande barreira do dia.
  • Num sítio ao pé da serra, parei a bici pra reparar o furo. Só que não achei ele, por incrível que pareça, nem colocando a câmara no bebedouro dos animais. Solução: câmara nova!
  • No sítio, antes de sair, bati umas fotos do curral: pato, boi e ele, novamente, o Sr. Glu-Glu…. Sai fora!!!
  • Seguindo adiante, comecei a subir com força. Fui pedalando devagar e parando quando tinha que me recuperar.
  • A região do sítio foi ficando bem pra baixo…
  • Uma meia hora tinha uma visão recompensadora lá do alto. Show! E depois do outro lado da Serra dos Vieiras.
  • Lá embaixo vi uma pequena vila no município de Wenceslau Brás. Seguiu-se o mais puro down-hill.
  • De volta ao plano, parei para apertar o bagageiro (perdeu um parafuso…)
  • Uma placa anunciava a ponte que divide SP de MG (Wenceslau Brás de Campos do Jordão): Rio São Bernardo (mais acima tem a usina do mesmo nome).
  • Seguindo pela estrada, avistei algumas destas plantações que achei ser de morangos.
  • Mais à frente uma ponte em forma de “pinguela” bem curiosa. Resolvi parar pra atravessar pro outro lado (SP). Ela balançava pra caramba…. bem diferente. Bati uma foto do meio, pro lado que o rio descia e fui até o outra margem pisando do lado de São Paulo numa fazendola.
  • Alguns km a mais cheguei ao Chalé da Paz onde carimbei + 1 vez a credencial.
  • Conforme o senhor no Chalé tinha me falado, passei pela única subida forte no trecho antes de chegar no asfalto pra Wenceslau Brás. Contornei uma volta do Rio admirando a paisagem.
  • Depois vem um trecho q dá para percorrer bem rápido (média de 20km/h), até que termina a estrada de chão e começa o asfalto. A placa avisa a divisa entre Itajubá e Wenceslau Brás.
  • Asfalto bem tranquilo, pouco tráfego e segui em direção à W.Brás até parar numa pequena fonte para fazer um lanche e relaxar. Na frente, entrei à esquerda e passei pela pequena cidade. Mas, de fato, não tinha necessidade porque não está mais carimbando nada…
  • Na cidade parecia haver alguma antiga usina hidro-elétrica que funcionava por ali.
  • Cidade de pouquissimas ruas calçadas, vai ficando logo pra trás. Vem então um pedaço de subida que não é forte, dá pra fazer na boa, tipo 9 a 10km/h.
  • Subindo mais uns 6 km alcança-se a Pousada Lageado, show de bola, alto nível. A mulher que me atendeu falou que se ficasse seria $ 50 no alojamento e $ 90 pela suíte.
  • Lugar ótimo para um descanso familiar. Piscina, aluguel de cavalos, ótimo restaurante, serviço de bar. Mas apenas carimbei a credencial, desci e fui à luta.
  • Logo na frente tem outra boa área de lazer: a Cachoeira do Areião.
  • E continua a subida. O ar é extremamente oxigenado.
  • Até que começa a descer, quando logo se atinge uma grande curva com uma ponte depois. À direita, depois de um bar tem uma pequena entrada. É por ali que continua o CFG. Parei no bar, tomei um “caçulinha” gelado antes de subir a estradinha.
  • O início da subida é gradual em direção à Fazenda Boa Esperança.
  • Então, dei de cara com umas setas apontando para esta entrada em meio a uma cerca de arame farpado. Para passar com a bike tive que tirar a roda da frente.
  • Segui por uma trilha de boi. Só tem um jeito de fazer: empurrando e carregando nas costas às vezes.
  • Mas depois, adiante, fui perceber que esta trilha na verdade é um atalho q acaba saindo na mesma estrada de chão por onde vinha. Ou seja, se vc for de bike, não precisa entrar nesse pedaço da trilha. Seria somente pra quem está fazendo o caminho a pé.
  • Lá na frente, outra cancela de arame farpado (essa eu consegui passar a bike + fácil) q retorna à estrada. Mesmo assim, valeu a rápida incursão (20 min) pela trilha.
  • De volta à estrada, subi gradativamente, alternando com pequenas descidas; o clima começava a esfriar. Havia algumas placas indicando tráfego pesado, provavelmente de caminhões que transportavam madeira de reflorestamento. Mas naquele domingo não vi nada.
  • As placas indicavam que a Faz. Boa Esperança ficava próximo. Quando faltava 1 km tinha uma entrada à esquerda q resolvi descer pra tentar chegar mais próximo de uma grande queda d’água que vi da estrada. Mas tudo q consegui foi atravessar um riacho mais abaixo. Subi, retornando, em menos de 10 minutos.
  • Avistei uma grande queda d’água ao longe. No local, outra placa anunciava a venda de terrenos por ali. Imagina morar num “fim de mundo” desses, no bom sentido, sem nada por perto para te “azucrinar”?
  • Menos de 4 da tarde: entrada da Fazenda Boa Esperança. O lugar é grande. Depois conversando com o dono, Luiz Carlos, fiquei sabendo que antes era terra destinada a retirada de madeira de reflorestamento. Com o fim da exploração ele voltou o negócio para o ecoturismo – no que fez muito bem!
  • A fazenda possui uma série de cachoeiras que proporcionam não só um ruído constante mas uma paisagem natural exuberante. No finzinho da estrada, tem o restaurante com um gramado bem cuidado em frente.
  • Encontrei o Luiz Carlos que disse que eu ficaria numa suíte de nome Mercúrio. Ampla e com bom chuveiro. O local das suítes fica a cerca de 100m da sede e do local das refeições.
  • Deixei as coisas no quarto, tomei um banho e fui rodar um pouco pela fazenda. Fui até uma área destocada em que peguei um restinho do sol que fazia. A temperatura começava a cair…
  • Pelo chão, vários “frutos de araucária” estavam largados (como em diversos outros trechos). Peguei um destes como “recordação”. Só um trecho da “Fazenda” me deixou triste, pois pareceu um descarte de lixo sem muito cuidado…
  • Do outro lado, próximo a cachoeira, observei o criatório de trutas. Pela foto, não vai dar pra ver, mas havia várias delas nos tanques. A água é desviada do rio e alimenta todos esses tanques.
  • Uma placa indicava que havia uma trilha a seguir (rio acima). Fui explorá-la um pouco. Acima, vi o ponto de onde saía uma tirolesa.
  • Continuei pela trilha e vi a primeira grande queda de água. E depois mais outra e outra… era uma sucessão delas. Quando deu aproximadamente 6 da tarde. Retornei e fui para o quarto.
  • À noite, lá pelas 7 e meia, voltei pois era hora de tomar uma sopa quente que foi bastante repositora das energias perdidas durante o pedal de 50km.
  • Uma fogueira foi acesa pra esquentar quem resolveu ficar por ali na fria noite. Mas eu… FUI!!! (pro quarto dormir) E antes de dormir, sonhei acordado com as belas paisagens por onde havia pedalado naquele dia. QUE DIA! (digno de um 10 do DEZ do 10)

November 7, 2010 - Posted by | Bike

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