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Cam.Santiago – dia 6 (Navarrete – Agés)

Bueno… a coisa mais difícil agora é descrever a quantidade de situaçoes pelas quais já passei nesses dias. Por isso, as fotos vao ajudar depois a completar o diario de uma forma mais fidedigna. Mas vou procurar resumir (enquanto o GMail vai subindo as fotos q já andei fazendo pelas trilhas do Caminho de Santiago).

Uma coisa bem interessante foi a parceria com o Francesc, o ciclista espanhol q encontrou comigo no segundo dia e acabamos nos reencontrando no quarto. É uma boa companhia e ajudar a tornar a viagem mais rápida. Há alguns trechos q sao mais solitários e de uma certa maneira o caminho nao é para ser feito de bici. É claro que a pé vc irá aproveitar melhor se o objetivo é ter contato com as pessoas, com as diferentes culturas que estao por aqui. Hj cheguei a encontrar um cara da Etiópia.

Agora estou numa vila bem pequenina mesmo, chamada Agés (pronuncia-se “Árres”), e que está a 20km de uma cidade grande – Burgos. Comemos uma comida muito deliciosa, feita por uma senhora chamada Maria (hay muchas “Marias” por aqui…). Tinha um menu vegetariano para peregrinos (por 10€) super bem preparado. Isso me surpreende no Caminho. A estrutura que está preparada para o turista de todas as partes do mundo. É o que estava comentando com um brasileiro que encontrei neste mesmo restaurante (do outro albergue) – o Brasil é lindo com certeza, tem coisas que aqui nunca poderao ser vistas. Mas a nossa infra para o turismo tá na idade da pedra. Sem comparaçao!…

Bem, o Caminho em si nao foi tao dificil de fazer hoje. Percorremos mais de 60km sem um esforço descomunal. Paramos bastante, visitamos os principais monumentos historicos. Coisas do século XI, XII e daí em diante. Isso nao tem preço. É para nao ser esquecido. O tempo ajudou mais do que no dia anterior. Fez menos sol, só em uma parte do dia estava um pouco quente. Mas foi só umas 2 horinhas.

O objetivo amanha é chegar a Burgos e curtir um pouco as muitas coisas que têm lá para se ver. Passar uns 2 dias. E aproveitar para descansar um pouco as pernas. Outra coisa q tem sido uma experiencia interessante, é a convivencia nos albergues (3 até agora), saber dividir o espaço, respeitar a liberdade do outro.

[… enquanto vou jogando um pouco de conversa fora no blog, vou salvando as fotos…]

As cidades podem ser pequenas, mas tem uma infra-estrutura que em muitas capitais e cidades no BR com mais de 200 mil hab. nao se pensa ainda ter. Bibliotecas publicas super organizadas, espacos publicos (tipo pracas, quadras, campos de esporte), sistemas de transporte publico, ciclovias, recolhimento dos residuos todo separado. É aí que esperamos chegar um dia e, detalhe: tudo somente com a estrutura do estado, o dinheiro dos impostos bem aplicado.

Vou fechar agora. Assim q der +++ novidades. Abraços.

Sergio

 

September 17, 2011 - Posted by | Bike, Life in general |

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