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Vídeos sobre a “famosa distância de 1 metro e meio” (o Artigo 21 do CTB)

Estes 2 vídeos que estão postados no blog “Atitude Sustentável” do grupo UOL, foram patrocinados pela “Ciclo Liga” – uma reunião importante de 4 grandes movimentos do Cicloativismo:  Bike AnjoColetivasColetivo CRU e Vá de Bike.

Eu vou “reverberar” também por aqui porque se trata de um assunto polêmico e que seria uma das atitudes concretas que podem dar resultados para diminuir drasticamente o número de ciclistas mortos nas ruas e estradas brasileiras. Guardar a tão sonhada distância de 1,5 m quando for ultrapassar uma bicicleta. Essa coisa é antiga, embora agora esteja em moda discuti-la. Eu lembro de tempos bem lá atrás, quando treinava ciclismo nas estradas que saíam de Niterói-RJ, na minha adolescência, e frequentemente era quase esbarrado por ônibus, carros, caminhões. Era sempre uma aventura perigosa treinar velocidade na estrada, mas era o “jeito” que se tinha para ficar um pouco mais rápido. Até que um dia “quase morri” literalmente quando um busão (coletivo) me jogou pra fora, no mato, e não me quebrei todo por pouco.

Enfim, tempos depois, tive a felicidade de pedalar em estradas no sul da França, no entorno dos Pirineus e vi como tem que ser de fato. Os automotores te RESPEITAM, literalmente. Guardam uma distância segura, seja atrás, seja para ultrapassar, dando seta e tudo. Os ciclistas lá treinam sem medo algum, talvez por isso (“talvez?!?!…”) alcancem sempre as primeiras colocações em diversas competições pelo mundo afora. Sozinhos ou em grupo, pedalam com segurança.

1,5 ou 1,2 ou quantos metros precisamente forem… essa não é a questão, como o vídeo aborda. O que é essencial é saber que a bicicleta é um veículo como qualquer outro e o fato de vc ter uma tonelada de ferro e aço pra lhe carregar não lhe dá o direito de ser uma armadura, um tanque que pode passar tirando “fina” de quem só tem 2 pernas e muita energia para impulsionar seu veículo e ir adiante. Vc já viu algum motorista em sã consciência tirar “fina” de uma jamanta? Ele – se não estiver drogado ou embriagado – não vai fazer isso, porque sabe que tem grandes chances de se dar mal. Não é “burro”.

Não seria “burro” também de fazer isso e correr o risco (de verdade) de ser multado, caso expusesse o ciclista a uma situação de perigo, não avisando que vai ultrapassar ou esperando o momento certo (5, 10 segundos, 1 minuto que fosse, como eu percebi algumas vezes, pedalando nas vias européias) para fazer isso.

Gente! Vamos parar de hipocrisia. Se esta lei for para ser aplicada, que se aplique. Senão tira esse Artigo 201 do CTB porque é “letra morta”.

Assistam o vídeo, por favor. Tá muito bom. O início então é “duka”!!!

A grande argumentação, eu resumiria: “nem tudo é o que parece ser”. Como é a aplicação do Código de Trânsito Brasileiro.

Ciclo[ ]s

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April 5, 2012 - Posted by | Bike | ,

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