SVicente's Blog

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Pedal-Treino épico – SP_RJ – via Dutra

Este foi um treino gigante, que algumas vezes arrisquei fazer, mas faltou oportunidade e muita disposição de encarar. De SP ao RJ, pela Dutra. Ameacei em 3 dias e acabou saindo em 2. Com uma parada em Cachoeira Paulista. Aproveitei o evento da greve dos caminhoneiros que reduziu o movimento na rodovia, com a ausência de muitos carros no feriadão. Já os caminhões parece que voltaram com força. Mas não tive o menor problema com eles. Nenhuma “fina” e muitos até acenaram com a buzina.

Parada no Santuário Nacional, em Aparecida para agracecer e rezar pela família e amigos.

Os roteiros foram traçados pelo meu Runtastic e foram salvos no Bikely.com

  1. São Paulo/Cachoeira Paulista, via Aparecida207km – 11h 30m (tempo líquido = 10h 45m)

 

2. Cachoeira Paulista/Nova Iguaçu – 199km – 13h 10m (tempo líquido = 11h 10m)

 

Dia de mais altimetria que o anterior (daí a dificuldade)

O tempo ajudou mais no primeiro dia, quando não me senti tão cansado ao final. Teve uma parada maior quando cheguei ao Santuário Nacional de Aparecida, com muita fé. Ali agradeci pela boa recuperação da saúde que tive ao longo destes dois anos. Sem a benção de Deus, nada disto seria possível. (Parece “lugar comum” repetir isso, mas é a mais pura verdade.)

No segundo dia, já no RJ, após Resende, esquentou e senti mais. Principalmente após uma parada para lanche que – desconfio – não pegou muito bem no estômago (ou fígado). A partir do meio dia vim mais na garra, porque senti muito enjôo. Diminuí o ritmo, descansei 2 vezes, antes da Serra das Araras. Após a descida, veio o mais difícil pois a estrada tinha vários trechos sem acostamento, por causa de obras (e a noite caiu). Nem que eu tivesse disposição, apesar do bom farol, valeria a pena ir até o Rio. Parei na Rodoviária de Nova Iguaçu, satisfeito por haver completado mais um pedal que fica pra minha história.

Foram percorridos ao todo 30 Municípios e as fotos no Google falam por si só.

  1. Google Photos dia#1 – 31/maio/2018
    (76)
  2. Google Photos dia#2 – 01/junho/2018
    (66)

Trecho entre Lavrinhas e Queluz, as margens do Rio Paraíba do Sul. Um dos mais bonitos deste pedal

Alto da Serra das Araras

 

 

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June 3, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , , | Leave a comment

Pedal até Mauá, via Av.Aricanduva

Pedal realizado num domingo de sol bonito, mas com um certo friozinho, pois foi a primeira manhã fria na cidade de S.Paulo, no Outono 2018.

Chegando à São Mateus

Foi pela Radial Leste, até alcançar a Av.Aricanduva na ZL. Dali até São Mateus, de onde passei por Santo André, em frente à Refinaria de Capuava até chegar ao Centro de Mauá. Foram 36,5km medidos pelo Strava até ali (1h 40m).

Quando me preparava para voltar à Sampa, notei que o pneu havia baixado [deve ter sido um buraco que bati forte um pouco antes]. Então tive de terminar por ali mesmo, pois neste dia, vacilei e não levei câmara reserva ou remendo. Peguei o trem e retornei. Mas tá bom. Rodei bem.

Seguem todas as 31 fotos no meu Álbum Google Photos.

Mauá – Prefeitura e Terminal de õnibus/CPTM

 

May 21, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , | Leave a comment

Volta pela represa de Paraibuna – 1o.Maio

Pedal SENSACIONAL!!! Em torno da represa de Paraibuna/Paraitinga passando por quatro pequenas cidades agradáveis, caminhos rurais, paisagens bonitas. Nos 4 dias do feriadão prolongado do 1o. Maio de 2018.

Fui com meus 3 amigões de pedal de outras cicloviagens. Daí que a trip valeu muito mais!!! Pela experiência de vida, os papos, a curtição da amizade.

Tem TROCENTAS fotos!!! Então, eu distribuí da seguinte forma no meu Google Photos: um “RESUMÃO”  e mais 4 álbuns – um para cada dia, além de um para a véspera (chegada em Paraibuna).

“Resumão” de 40 fotos


 

0. 27-4-2018 (sexta) – Chegada à PARAIBUNA

Viemos de ônibus para Paraibuna, saindo 2 (eu e Bruno) da Rodoviária Tietê e outros 2, Jorjão e Peruano, da Novo Rio. Chegamos os 4 na noite anterior (sexta) para se hospedar no Hotel Santinho. Bem próximo à praça da Matriz.

Curiosamente quando estávamos saindo de S.Paulo, tinha uma equipe de reportagem da Globo(lixo), fazendo uma matéria sobre a saída para o feriadão no Litoral. E acharam curioso o fato de estarmos viajando de bicicleta. Daí que pediram para eu falar um pouco sobre o tema. Segue o trecho editado que apareceu no SPTV 2a. ed. daquele dia.
[ a edição de vídeo foi gentilmente feita pela AVD Comunicação Visual ]

==> Álbum Google Photos da sexta.

 


1. 28-4-2018 (sábado) – De PARAIBUNA à NATIVIDADE DA SERRA (48km)

Pela manhã, fizemos as fotos e um giro rápido pela cidade e partimos pro roteiro. Começa na Tamoios mas uns 5km entra em uma estradinha secundária para pegar a balsa por sobre a represa. Fique atento nesta entrada, precisa passar por uma passarela. A travessia na balsa é bem fácil. Depois o pedal segue por paisagens MUITO bonitas. Achei as melhores de todo o percurso. Tem algumas subidas mas não são pesadas. De qualquer forma exige um certo preparo.

Este 1o. dia é o melhor para quem é iniciante no cicloturismo. Seria um bom treino para ir se acostumando…. rs…rs… (leve o mínimo de bagagem, se for o seu caso). No fim tem outra travessia de balsa. Um detalhe importante é que não tem uma birosca que seja para vender água gelada, refri etc. Então, se abasteça antes! A nossa chegada em Natividade se deu lá pelas 4, pois demos diversas paradas.

Ficamos na Pousada/Restaurante Kaé, da Gisele. Bem no centro. À noite ela preparou um PF caprichado que foi “dos deuses” para refazer nossas energias. Eu e os brothers jantamos com gosto. Tinha um grupo com outros ciclistas ali hospedados também. A Gisele e seu namorado, Raian, muito sorridentes, nos atenderam superbem, deram toda a atenção que precisávamos. Eu super recomendo ficar na pousada deles, simples, mas com muita limpeza, honestidade e simpatia acima de tudo.

==> Álbum Google Photos do 1o dia.

 


2. 29-4-2018 (domingo) – De NATIVIDADE DA SERRA à SÃO LUIZ DO PARAITINGA (35km)

De manhã saímos lá pelas 9 e meia pra São Luiz. Ainda pegamos uma Atemoya com a Dona Gilda (veja fotos) que nos ajudou depois a vencer as subidas mais fortes deste 2o. dia. Tem uma que é longa, né fácil não! Logo na saída atravessamos um pequeno braço da represa num barquinho pequeno a motor. Bem maneiro! Veja os filmes. Depois das duas subidas,  só desce até S.L.Paraitinga. As paisagens foram mais de fazendas, porque a gente deixa a represa pra trás. Mas o percurso foi da hora também. Antes de entrar em Paraitinga, tem a barraca do Shrek, logo quando chega na Rodovia, a gente parou para um “reabastecimento”.

São Luiz do Paraitinga é muito interessante de se conhecer. O casario antigo todo colorido e bem conservado pelas ruas. O centro foi totalmente restaurado depois da grande enchente de 2011. Curtimos! A matriz em ótimo estado, as ladeiras que lembram em certos momentos uma mistura de Paraty com Tiradentes. A cidade não tava tão cheia apesar de todo o feriadão. Nós alugamos um AP pelo Airbnb, por sinal, maneiríssimo. Procurem por este link – do Aílton. Fica bem localizado, não é na muvuca do centro, então dá pra descansar sem barulho e tem ótimo espaço. Dá até para uns 8. Olha!… pelo preço, com certeza vc não irá achar coisa muito melhor. A não ser que prefira algo pra zona rural.

À noite fomos a uma pizzaria bem transada e levamos nossas 2 garrafas de vinho pra acompanhar. A margueritta e a napolitana ‘tavam muito bem feitas no forno a lenha. A dona, supersimpática, nos deixou bem à vontade. Foi a despedida dos nossos 2 amigos do RJ – Jorjão e Perez. Eles acharam melhor voltar dali de S.L.Paraitinga.

==> Álbum Google Photos do 2o dia.

 


3. 30-4-2018 (segunda) – De S.L.PARAITINGA à NATIVIDADE DA SERRA (33km)

Aquela comida toda, principalmente o queijo da pizza, custou a passar pelo intestino. Confesso que a noite não foi das melhores. Demos um rolé pela manhã na cidade para conhecer melhor. Fomos até a Padaria São Luiz, depois visitamos a Ladeira do Rosário, a Casa Oswaldo Cruz, filho mais ilustre da cidade (mas só por fora, tava fechada, uma pena…). Por último subimos até o Alto do Cruzeiro, donde se tem uma vista legal da cidade. Descemos, conversamos com a Dona Vicentina, católica fervorosa, com seus 1.300 terços distribuídos. Altas estórias!… Fui até a igreja matriz, rezei e vi a restauração feita.

E, lá pelo meio dia, depois de descansar bem, resolvemos encarar a volta para Natividade. Depois de deixaramos os manos no ônibus que os levaria para Taubaté (e de lá para o Rio), pegamos a estrada. Um pouco depois de sair da cidade, tem uma ponte na Rodovia Oswaldo Cruz e logo uma entradinha à direita. É ali! Passa uma ponte sobre um riacho, entra à esquerda e começam as subidas. A primeira é forte mas é calçada, mas as próximas…. vai com calma, porque é PESADO. Por um último tem um trecho tipo single track mas que não chega bem a ser. É mais um caminho de trator e por onde passa a boiada. Mas é bonito pra krk. Achei este o ponto alto de todo o ciclotour. Pela diversidade de pisos, a dificuldade técnica, abre-fecha porteiras… Até esperamos uma turma dar uma vacina num pequeno rebanho.

No final tem uma carvoeira e dali, véio… rola uma descida de uns 8km!!! Show, show e show!!! Tem de controlar bem a bici, mas é só alegria. Depois vai quase tudo plano, no nível da represa; logo já chega a travessia do barco. Foram 3 horas até Natividade da Serra e de volta para a Pousada Kae, da Gisele. A noite foi mais um prato de arroz com feijão + ovo (bife pro Bruno). E cama! Pra descansar para a última pegada do seguinte que seria mais forte.

==> Álbum Google Photos do 3o dia.

 


4. 01-5-2018 (terça) – De PARAIBUNA à S.JOSÉ DOS CAMPOS – via Redenção da Serra/Carvalho Pinto (104km)

Depois do café da manhã na pousada, mais cedo desta vez (7h), às 8 já estávamos na rodovia que nos levaria à Redenção da Serra. Diversas subidas e descidas, porém uma vista linda. São 19km bem apreciados. 1h e 5m depois demos uma entradinha em Redenção pra conhecer. Parece outra terra de pescadores. Tinha uma festa rolando em frente à matriz. E seguimos pra Dutra/Taubaté. Daí vem outras subidas/descidas até que termina a serra e se encontra novamente com a Rodovia Oswaldo Cruz – antiga estrada de Ubatuba. Tem um descidão antes, bem forte, de uns 5km +/-. O tráfego ali aumentou.

Às 11h, por aí, chegamos ao cruzamento com o prolongamento da Carvalho Pinto; e eu decidi não seguir para Taubaté e ir pra SJC pela Dutra velha, mas sim pela Carvalho Pinto. Dá uma quilometragem menor só que a rodovia, pra quem conhece, sabe… é cheia de longas subidas e descidas. Nem tão inclinadas. Mas que com o “maçarico” que rolava aquela hora minou as minhas forças. Sorte foi ter parado num pedágio pra tomar uma água bem gelada e ajudar na minha homeostase que, de certa forma, fica prejudicada pela ausência de 2/3 dos rins.

Mas, controlando o ritmo nas subidas da Carvalho Pinto (SEM UMA SOMBRINHA) e com o incentivo do Bruno me puxando lá na frente, conseguimos bater em SJC pouco antes das 2 da tarde, após os 105km e 6 horas de pedal. Um ritmo até bem interessante para MTB e bagagens. Dali a gente foi pro Centro onde visitei, mais uma vez, minha amiga de mais de 30 anos e a namorada do Bruno pegou ele para voltar pra Sampa.

Não poderíamos terminar este feriadão da melhor forma. Com 230km acumulados de pedal, entretanto, com uma das coisas MAIS IMPORTANTES desta vida – as memórias de dias felizes com nossos amigos.

==> Álbum Google Photos do 4o dia.

SP-121

 


 

Segue um pequeno roteiro do que fizemos, as planilhas de custo e de trajeto. Foi baseado na proposta do biker Guilherme Cavallari no seu Guia de Trilhas no. 1 (Edição São Paulo).

 

May 2, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , , | Leave a comment

SP_Itapecerica da Serra_Embu-Guaçu_Interlagos_SP

==> Via TABOÃO DA SERRA / EMBU DAS ARTES / … / PARELHEIROS

Tercho na SP-264

O treino deste domingo (15/4/18) foi “PESADO”, debaixo quase todo o tempo de chuva (e que em alguns pontos foi torrencial). Pedalei entre as zonas Oeste e Sul da capital. Lugares que ainda não havia explorado.

Deu quase 8 horas, por cerca de 118km (contando com as paradas). Uma média razoável, se levar em conta aquela chuvarada e o câmbio desregulado para o pinhão MegaDrive. Sofri nas subidas. Fui na “caloi velha”, óbvio, com os novos pneus e o selim. Comportaram-se muito bem, não tenho o que reclamar. Só do GPS, que me deixou na mão. “Apagão”, com aquela chuva tamanha. Daí que tive de computar a quilometragem pelo Bikely.com.

A altimetria foi bem pesada, pode crer! Só ali em Itapecerica tinhas umas ladeiras, que…. “pelamordeDeus” !!! Eita!….

O caminho tinha umas partes bonitas mas foram poucas. Só na estrada indo pro Embu-Guaçu. Em Itapecerica e na região de Parelheiros (extremo sul de Sampa) não vou te enganar – é feio. Coitado do povo que mora por lá. Com todo o respeito, mas aquilo tá muito ABANDONADO. Ruas de asfalto péssimo, mato e lixo pra todo lado. Além de ser longe pra krk, galera depende só de ônibus, não tem um transporte público decente pra aquela gente, esquece metrô, trem…

Mas valeu pela experiência, pelo treino forte. Tô bem, graças a Deus! Muitas graças mesmo!!!

Bom, aqui vai umas poucas fotos, das tantas [50] que estão salvas no meu Google Photos, pra quem quiser ver tudo.

Av. Paulista

Ciclovia da Eliseu de Almeida (a melhor de todo o trecho)

Prefeitura Municipal de Embu-Guaçu (bem simples)

April 15, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , | Leave a comment

Novos pneus para a bike “caloi velha”

Depois da última viagem grande que eu fiz com ela (ainda não consegui terminar o post da trip lá pelo extremo Oeste Paulista…), mais de 300km os pneus slick que eu usei bastante “foram literalmente pro saco”. Então, encomendei novos da China (via Ali Express). INNOVA-PRO Delta Force

26 x 1,75 (dá uma boa estabilidade pra Slick)

Demorou um pouco, rs…rs… (só uns 3 meses quase) mas chegaram. E parecem muito bons, como os comentários falavam.

A seguir vão as fotos do processo de montagem e desmontagem.

Siga o meu álbum no Google Photos (15 ) para saber como foi…

Agora é pedalar amanhã pra ver como eles se comportam no asfalto.

Observação final:

Fui ver agora no site da AliExpress e…. INFELIZMENTE “este produto não está mais disponível”. ‘Tava US$ 37,25 o par.

Veja o link ==> https://pt.aliexpress.com/item/INNOVA-TRF-IA2084-Delta-Force-bicycle-tire-26-1-75-ultralight-mountain-mtb-road-bike-tyre/32318185036.html

 

April 14, 2018 Posted by | Bike | , , | Leave a comment

Mais um ciclista morto no RJ – no Aterro do Flamengo

Baixista André Rodrigues é atropelado e morre no Rio

Músico, que tocou com Lulu Santos e Vanessa da Mata, estava em sua bicicleta no Aterro do Flamengo

http://m.diarioonline.com.br/noticias/brasil/noticia-497952-musico-preferido-de-artistas-famosos-morre-atropelado-no-rj.html?v=333

Tá muito sinistro o pedal no Rio, no Brasil de uma forma geral. Não se respeita o ciclista, tem muitos, MUITOS motoristas querendo correr a mil nas ruas, que não foram feitas para isto. Haja ciclovia ou não, tem que baixar a velocidade. E tem de MULTAR BRABO. Extrapolou, MULTA! Pra ver se doendo no bolso a galera se toca.

Pô, até quando vai acontecer isto sem a mínima punição??

April 2, 2018 Posted by | Bike, Life in general | , , | Leave a comment

Pedal treino – Aparecida-Cruzeiro

Este pedal foi pra manter um ritmo, sem grandes pretensões… Tanto que fui na dobrável Dahon. Mas também passando por lugares santos – Aparecida do Norte e a CANÇÃO NOVA (em Cachoeira Paulista)

Saindo da Basílica Velha em Aparecida, lá pelas 10h. A idéia surgiu depois que eu houvera feito a supercaminhada da Canção Nova até Aparecida, em Outubro do ano passado, no feriado da Padroeira (13/10/17). Então, fiz o percurso ao contrário, só que de bike.

É fácil, já que é tudo plano. Sem trânsito, praticamente. A maior dificuldade do dia foi só o clima, sol forte, 32 graus. Mas bebendo água bastante deu para manter uma boa média. Em torno dos 19-20/hora. Deu paradas, óbvio. Pra lanche e hidratação extra.

E iria esticar até Queluz, não fosse o furo no pneu que me pegou “de calças curtas”, desta vez. Esqueci tanto a câmara reserva como o remendo em casa. Lei de Murphy! Mas tudo bem, faltavam 5 km pra Cruzeiro, só. Fiz o final, correndo, rs…rs… Mas vai ter forra, vou logo avisando!!

Traçado no Bikely.com ==> http://www.bikely.com/maps/bike-path/aparecida-cachoeirapaulista-cruzeiro  (69km)

As fotos no álbum do Google (total:  132).

February 12, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , | Leave a comment

Pedal SJC a São Francisco Xavier

Com a famosa (na região) “subida da casinha“.

Trecho da “subida da casinha”

Soube deste pedal através de um amigão, também ciclista. A saída foi pouco antes das 7 da manhã, no domingo, 4 de Fev, em São José dos Campos. Devem ter participado quase 1.000 bicicletas. Muita gente mesmo fez a subida até São Francisco Xavier (distrito de SJC).

A prefeitura patrocina e oferece postos de água e reabastecimento de nutrientes ao longo do caminho. Tem o nome de “Trip Bike”. São 2 subidas PODEROSAS, sendo a primeira a do Morro do Roncador e a segunda, a “temível subida da casinha“. Que realmente é bastante inclinada. Mas estando preparado e fazendo calma, dá pra passar. Não é muito longa; 2km e 700m. Aqui o percurso medido pelo meu GPS e carregado no Bikely.com pra vcs darem uma olhada.

Gostei muito e ano que vem espero estar lá novamente, para fazer com mais tranquilidade (agora que já sei como é).

O pedal deu ao todo 60km.. Altimetria de 1.400m, aproximadamente.

Percurso no Bikely.com ==> http://www.bikely.com/maps/bike-path/sjc-saofranciscoxavier

Algumas fotos abaixo. Se quiser ver todas (51), acesse meu compartilhameto no Google Photos.

Vista do Morro do Roncador

Vista de São Francisco Xavier, depois de subir “a casinha”.

Chegada às 10:55, 60km.

 

February 12, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , , | Leave a comment

Pedal Jundiaí-Indaiatuba-MonteMor-Campinas

Este pedal foi em 14 de Janeiro (2018). E na verdade, eu passei pelos seguintes municipios:

  1. Saída – Jundiaí (estação de trem  da CPTM)
  2. Itupeva (via Anhanguera, SP-300, )
  3. Indaiatuba (via Estrada do Quilombo, estrada de chão, margeando o rio Jundiai)
  4. Elias Fausto (via estrada vicinal João Ceccon )
  5. Monte Mor (rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença)
  6. Final – Campinas -(via SP-101)

Álbum Google Photos – https://photos.app.goo.gl/npjocznZNz0m5yC03   (183 fotos!)

Algumas fotos a seguir, e vou resumindo como foi em cada cidade (para não quiser seguir os detalhes no álbum do Google).

1  SAÍDA DE JUNDIAÍ

Já saí de Jundiaí para outras pedaladas várias vezes. A vantagem é que vc vai de trem desde a Estação da Luz até lá. Põe a bike e pronto (aos domingos, claro)! Estilo europeu.

Faz uma baldeação em Francisco Morato mas é rapidinha. Leva 1 hora e meia até à estação de Jundiaí. Cheguei 9:30 desta vez. De lá vc já pega a avenida União dos Ferroviários e não demora muito (15 minutos) tá na rodovia Anhangera. Dali escolhe o seu destino.

2  ITUPEVA

A cidade de Itupeva foi minha primeira parada. Foi o 100o (CENTÉSIMO!) município pelo qual já passei no estado de São Paulo desde que vim pra cá. Não tem muita coisa a diferenciar de lá de outros que já vi. Vida calma, ruas arborizadas, praças, povo indo à igreja aos domingos, ritmo de cidade de interior.

Ah! tinha um Cristo Redentor no alto de um morro que vi logo que cheguei. Resolvi subir até lá pra ter uma visão melhor do local. A subida foi o “de menos”… Mas lá onde fica a estátua não tem tratamento urbanístico algum. Tudo meio largado. Achei estranho. E olha que a vista compensa. Alguns condomínios na saída da cidade, uma ciclovia maneira…. e fui em direção à Estrada do Quilombo, para Indaiatuba.

Depois de um trecho de asfalto veio o de terra batida, mas dava pra pedalar bem. Vai margeando o Rio Jundiaí. Mas pro meio da estrada alcança um trecho de mata, não muito fechada. Bem legal ali. Depois retorna a céu aberto, algumas plantações e logo depois de uma ponte vem o asfalto. Já tá praticamente em…

3  INDAIATUBA

Cheguei em Indaiatuba por volta da 1 e meia da tarde. Passei por sobre a rodovia SP-300 (Campinas-Sorocaba) e fui em direção ao Centro. Muitos condomínios bons na periferia da cidade. Percebi que havia um grupo de motociclistas passeando por lá. Parei em um hortifruti comprei 1 litro de suco de laranja, umas frutas, fiz meu lanche numa praça.

Depois voltei pra bike. Logo dei de cara com o Parque Ecológico (já tinha ouvido falar…) Muito bonito!! Tem uma ciclovia em torno dele. É superarborizado, excelente tratamente paisagístico. Vai margeando uma várzea de rio. As famílias ficam por ali, bricando com seus filhos, pescando, fazendo piquenique… Que tranquilidade. Algo que não é muito comum nas grandes cidades. O mais legal de tudo foi mais lá pro final, depois da Prefeitura – o Parque da Criança. Tudo feito pelo poder público. Piscinas, toboágua, brinquedos. Organizado pra caramba! Ali você vê um imposto bem aplicado. Serviços retornando pra população da cidade. Será que não poderia ser assim em todas as cidades? Que será que tem ali de diferente…

Bem, depois fui para o Centro dar uma olhada. Bem limpo, bem calmo tbem. Olhei ainda um Centro Cultural (“Museu Pau Preto”). Mas não fiquei para ver a exposição para não atrasar mais – já passava das 2. Tomei só uma água e fui. Demorei até mais do que esperava em Indaiatuba. Mas valeu a pena conhecer, aproveitar um pouco. Foi a “jóia da coroa”, pra mim, na cicloviagem.

Atravessei novamente o Parque Ecológico, seguindo as placas para a direção Monte Mor. Mas percebi logo que um forte temporal vinha chegando. Só deu tempo de tirar a capa da bolsa frontal e procurar um abrigo (ponto de ônibus) para esperar passar. Um vento forte como poucas vezes tinha passado. A chuva durou uma meia hora mais ou menos. Rezei um Terço enquanto isso. Depois que passou segui o pedal na boa.

4  ELIAS FAUSTO

O destaque desta estrada vicinal (João Ceccon) para Elias Fausto é o respeito ao ciclista. Há diversas placas indicando que a distância regulamentar entre o carro e a bicicleta deve ser 1,50m (como está escrito no Código de Trânsito, CTB). E o pessoal respeita mesmo. Uma beleza para se pedalar. Quem dera todas as estradas brasileiras tivessem esta característica…

Fui descortinando a paisagem, que depois da chuvada, ficou SHOW. Como nesta foto aí:

Antes de chegar à Elias Fausto, passa numa cidadezinha pequena chamada Cardeal. Parei só pra fazer uma foto. Lá em Elias Fausto tbem não era para demorar muito. O centrinho da cidade é pequeno, mas ao parar no posto pra fazer um lanche e ir ao banheiro, quando volto me deparo com o pneu baixo. Não teve jeito, tive que trocar a câmara de ar. Resultado: mais um atraso… Saí 17:40. Mas, normal, faz parte da viagem.

MONTE MOR

De volta à estrada, outro trecho “SHOW DE BOLA”. Uma tranquilidade pra pedalar. E não demorou pra alcançar Monte Mor, uns 40 minutos. Dei só uma olhada rápida. Vi a igreja Matriz, de torre única. Desci, peguei a ciclovia para a direção Campinas. Passei pela Rodoviária e cheguei à SP-101, passando por sobre a passarela.

É uma rodovia de mão dupla, bom acostamento. Mais 33km me separavam de Campinas. Então, hora de sentar o “pé no pedal” e ir firme na batida. Foram subidas e descidas, uma atrás da outra até chegar. Dei só uma parada pra o último lanche. Já calculava de chegar escurecendo em Campinas.

  

CAMPINAS

Na divisa com Campinas ainda ‘tava claro. Mas faltava mais uns 15km. Campinas tem uma área grande, hem? Cruzei a Anhanguera já escurecendo. As fotos foram feitas com o celular velho, porque o novo ‘tava com a bateria “arriada”. Por isso não ficaram nítidas.

Bati na rodoviária de Campinas exatas 8:30. Bem a tempo de ainda pegar o das 9 de volta pra Sampa. Pela Empresa Santa Cruz. Comprei comida e um suco, que a fome bateu. E descansei no ônibus. Que pedal suado! Mas foi **CAMPEÃO**.

E aqui o traçado de todo o percurso feito no Bikely.com ==> 129km (meu recorde este ano até então).

Planilha resumo da cicloviagem

 

February 4, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , | Leave a comment

Ciclista foi atropelado e morreu na Anhanguera

ELE ESTAVA TREINANDO!

Demerval de Oliveira Santos Filho, o Dermê, de 46 anos, pedalava na Anhanguera, quando foi colhido violentamente por um MOTORISTA IRRESPONSÁVEL, na altura do Km 18. Foi no domingo 21/01, às 7:15.

E a punição, haverá?? AHHHHH… Aí é que está, aqui no Brasil: dificilmente. Por isso que as pessoas assumem o risco de matar ao volante sem nada temer. ATÉ QUANDO.

O ciclista Dermê teve a sua bike completamente destruída e também o capacete.

Em 2017, segundo as estatísticas de acidentes de trânsito na capital do estado (SP), aumentou em 48% (sim!! Quarenta e Oito Por Cento!!!) o número de mortes de ciclistas no trânsito cruel.

Muito lamentável.

Veja a reportagem completa neste link.

 

January 22, 2018 Posted by | Bike, Life in general | , , | Leave a comment