SVicente's Blog

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Pedal SJC a São Francisco Xavier

Com a famosa (na região) “subida da casinha“.

Trecho da “subida da casinha”

Soube deste pedal através de um amigão, também ciclista. A saída foi pouco antes das 7 da manhã, no domingo, 4 de Fev, em São José dos Campos. Devem ter participado quase 1.000 bicicletas. Muita gente mesmo fez a subida até São Francisco Xavier (distrito de SJC).

A prefeitura patrocina e oferece postos de água e reabastecimento de nutrientes ao longo do caminho. Tem o nome de “Trip Bike”. São 2 subidas PODEROSAS, sendo a primeira a do Morro do Roncador e a segunda, a “temível subida da casinha“. Que realmente é bastante inclinada. Mas estando preparado e fazendo calma, dá pra passar. Não é muito longa; 2km e 700m. Aqui o percurso medido pelo meu GPS e carregado no Bikely.com pra vcs darem uma olhada.

Gostei muito e ano que vem espero estar lá novamente, para fazer com mais tranquilidade (agora que já sei como é).

O pedal deu ao todo 60km.. Altimetria de 1.400m, aproximadamente.

Percurso no Bikely.com ==> http://www.bikely.com/maps/bike-path/sjc-saofranciscoxavier

Algumas fotos abaixo. Se quiser ver todas (51), acesse meu compartilhameto no Google Photos.

Vista do Morro do Roncador

Vista de São Francisco Xavier, depois de subir “a casinha”.

Chegada às 10:55, 60km.

 

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February 12, 2018 Posted by | Bike | , , , , , | Leave a comment

Pedal Jundiaí-Indaiatuba-MonteMor-Campinas

Este pedal foi em 14 de Janeiro (2018). E na verdade, eu passei pelos seguintes municipios:

  1. Saída – Jundiaí (estação de trem  da CPTM)
  2. Itupeva (via Anhanguera, SP-300, )
  3. Indaiatuba (via Estrada do Quilombo, estrada de chão, margeando o rio Jundiai)
  4. Elias Fausto (via estrada vicinal João Ceccon )
  5. Monte Mor (rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença)
  6. Final – Campinas -(via SP-101)

Álbum Google Photos – https://photos.app.goo.gl/npjocznZNz0m5yC03   (183 fotos!)

Algumas fotos a seguir, e vou resumindo como foi em cada cidade (para não quiser seguir os detalhes no álbum do Google).

1  SAÍDA DE JUNDIAÍ

Já saí de Jundiaí para outras pedaladas várias vezes. A vantagem é que vc vai de trem desde a Estação da Luz até lá. Põe a bike e pronto (aos domingos, claro)! Estilo europeu.

Faz uma baldeação em Francisco Morato mas é rapidinha. Leva 1 hora e meia até à estação de Jundiaí. Cheguei 9:30 desta vez. De lá vc já pega a avenida União dos Ferroviários e não demora muito (15 minutos) tá na rodovia Anhangera. Dali escolhe o seu destino.

2  ITUPEVA

A cidade de Itupeva foi minha primeira parada. Foi o 100o (CENTÉSIMO!) município pelo qual já passei no estado de São Paulo desde que vim pra cá. Não tem muita coisa a diferenciar de lá de outros que já vi. Vida calma, ruas arborizadas, praças, povo indo à igreja aos domingos, ritmo de cidade de interior.

Ah! tinha um Cristo Redentor no alto de um morro que vi logo que cheguei. Resolvi subir até lá pra ter uma visão melhor do local. A subida foi o “de menos”… Mas lá onde fica a estátua não tem tratamento urbanístico algum. Tudo meio largado. Achei estranho. E olha que a vista compensa. Alguns condomínios na saída da cidade, uma ciclovia maneira…. e fui em direção à Estrada do Quilombo, para Indaiatuba.

Depois de um trecho de asfalto veio o de terra batida, mas dava pra pedalar bem. Vai margeando o Rio Jundiaí. Mas pro meio da estrada alcança um trecho de mata, não muito fechada. Bem legal ali. Depois retorna a céu aberto, algumas plantações e logo depois de uma ponte vem o asfalto. Já tá praticamente em…

3  INDAIATUBA

Cheguei em Indaiatuba por volta da 1 e meia da tarde. Passei por sobre a rodovia SP-300 (Campinas-Sorocaba) e fui em direção ao Centro. Muitos condomínios bons na periferia da cidade. Percebi que havia um grupo de motociclistas passeando por lá. Parei em um hortifruti comprei 1 litro de suco de laranja, umas frutas, fiz meu lanche numa praça.

Depois voltei pra bike. Logo dei de cara com o Parque Ecológico (já tinha ouvido falar…) Muito bonito!! Tem uma ciclovia em torno dele. É superarborizado, excelente tratamente paisagístico. Vai margeando uma várzea de rio. As famílias ficam por ali, bricando com seus filhos, pescando, fazendo piquenique… Que tranquilidade. Algo que não é muito comum nas grandes cidades. O mais legal de tudo foi mais lá pro final, depois da Prefeitura – o Parque da Criança. Tudo feito pelo poder público. Piscinas, toboágua, brinquedos. Organizado pra caramba! Ali você vê um imposto bem aplicado. Serviços retornando pra população da cidade. Será que não poderia ser assim em todas as cidades? Que será que tem ali de diferente…

Bem, depois fui para o Centro dar uma olhada. Bem limpo, bem calmo tbem. Olhei ainda um Centro Cultural (“Museu Pau Preto”). Mas não fiquei para ver a exposição para não atrasar mais – já passava das 2. Tomei só uma água e fui. Demorei até mais do que esperava em Indaiatuba. Mas valeu a pena conhecer, aproveitar um pouco. Foi a “jóia da coroa”, pra mim, na cicloviagem.

Atravessei novamente o Parque Ecológico, seguindo as placas para a direção Monte Mor. Mas percebi logo que um forte temporal vinha chegando. Só deu tempo de tirar a capa da bolsa frontal e procurar um abrigo (ponto de ônibus) para esperar passar. Um vento forte como poucas vezes tinha passado. A chuva durou uma meia hora mais ou menos. Rezei um Terço enquanto isso. Depois que passou segui o pedal na boa.

4  ELIAS FAUSTO

O destaque desta estrada vicinal (João Ceccon) para Elias Fausto é o respeito ao ciclista. Há diversas placas indicando que a distância regulamentar entre o carro e a bicicleta deve ser 1,50m (como está escrito no Código de Trânsito, CTB). E o pessoal respeita mesmo. Uma beleza para se pedalar. Quem dera todas as estradas brasileiras tivessem esta característica…

Fui descortinando a paisagem, que depois da chuvada, ficou SHOW. Como nesta foto aí:

Antes de chegar à Elias Fausto, passa numa cidadezinha pequena chamada Cardeal. Parei só pra fazer uma foto. Lá em Elias Fausto tbem não era para demorar muito. O centrinho da cidade é pequeno, mas ao parar no posto pra fazer um lanche e ir ao banheiro, quando volto me deparo com o pneu baixo. Não teve jeito, tive que trocar a câmara de ar. Resultado: mais um atraso… Saí 17:40. Mas, normal, faz parte da viagem.

MONTE MOR

De volta à estrada, outro trecho “SHOW DE BOLA”. Uma tranquilidade pra pedalar. E não demorou pra alcançar Monte Mor, uns 40 minutos. Dei só uma olhada rápida. Vi a igreja Matriz, de torre única. Desci, peguei a ciclovia para a direção Campinas. Passei pela Rodoviária e cheguei à SP-101, passando por sobre a passarela.

É uma rodovia de mão dupla, bom acostamento. Mais 33km me separavam de Campinas. Então, hora de sentar o “pé no pedal” e ir firme na batida. Foram subidas e descidas, uma atrás da outra até chegar. Dei só uma parada pra o último lanche. Já calculava de chegar escurecendo em Campinas.

  

CAMPINAS

Na divisa com Campinas ainda ‘tava claro. Mas faltava mais uns 15km. Campinas tem uma área grande, hem? Cruzei a Anhanguera já escurecendo. As fotos foram feitas com o celular velho, porque o novo ‘tava com a bateria “arriada”. Por isso não ficaram nítidas.

Bati na rodoviária de Campinas exatas 8:30. Bem a tempo de ainda pegar o das 9 de volta pra Sampa. Pela Empresa Santa Cruz. Comprei comida e um suco, que a fome bateu. E descansei no ônibus. Que pedal suado! Mas foi **CAMPEÃO**.

E aqui o traçado de todo o percurso feito no Bikely.com ==> 129km (meu recorde este ano até então).

Planilha resumo da cicloviagem

 

February 4, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , | Leave a comment

Ciclista foi atropelado e morreu na Anhanguera

ELE ESTAVA TREINANDO!

Demerval de Oliveira Santos Filho, o Dermê, de 46 anos, pedalava na Anhanguera, quando foi colhido violentamente por um MOTORISTA IRRESPONSÁVEL, na altura do Km 18. Foi no domingo 21/01, às 7:15.

E a punição, haverá?? AHHHHH… Aí é que está, aqui no Brasil: dificilmente. Por isso que as pessoas assumem o risco de matar ao volante sem nada temer. ATÉ QUANDO.

O ciclista Dermê teve a sua bike completamente destruída e também o capacete.

Em 2017, segundo as estatísticas de acidentes de trânsito na capital do estado (SP), aumentou em 48% (sim!! Quarenta e Oito Por Cento!!!) o número de mortes de ciclistas no trânsito cruel.

Muito lamentável.

Veja a reportagem completa neste link.

 

January 22, 2018 Posted by | Bike, Life in general | , , | Leave a comment

Pedal treino – Diadema

42 km – 18:55 / 20:15 – 2h 20m

Trecho da Imigrantes, entrando em Diadema

 

Em frente à igreja Matriz

Voltando pela Avenida Cupecê – sentido Aeroporto

Traçado no Bikely.com:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos no álbum do Google

January 10, 2018 Posted by | Bike | Leave a comment

Aparecida – o retorno (1-Jan-2018)

Dia seguinte à jornada do Caminho de Aparecida (cujo relato está neste post). O primeiro dia do ano de 2018 e que não poderia ter começado melhor e mais abençoado. No lugar santo do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida – nossa padroeira e Nossa Mãe!!!

E como já tinha prometido a mim mesmo desde que houvera atravessado as três cirurgias do meu tratamento de saúde – a recauchutagem dos 50! – as duas do câncer renal e a de extração da vesículo, haveria de entregar meu capacete na primeira vez que voltasse à Aparecida do Norte de bicicleta.

Este capacete deve ter me acompanhado nas cicloviagens por quase dez anos.

Eu tinha total confiança em Deus e na intercessão positiva de Nossa Senhora de Aparecida que haveria de voltar.

E não poderia ter sido mais triunfalmente do que pedalando no Caminho de Aparecida (de 27-31/dez/2017). 285km, por entre fazendas, morros e serras, não é pra qualquer um. Sou um abençoado. Um testemunho vivo (e literal) de que a Fé atravessa montanhas.

Depois de tomar meu café ali mesmo na praça de alimentação do Santuário, dirigi-me à Secretaria Paroquial para realizar a entrega. Despedi-me com toda a alegria do capacete e o depositei como agradecimento e prova da capacidade das realizações de Deus.

Depois fui novamente à parte de cima, rezar o Terço em agradecimento na capela do Santíssimo. Mais uma etapa cumprida. Que venham as próximas, segundo a vontade do Criador.

 

Momento de agradecimento

A volta foi tranquila. Passei no hotel, peguei minhas coisas e fui pra Rodoviária. Ainda deu tempo de almoçar no Restaurante Prato Fino. Muito contente por tudo.

O certificado que atesta o cumprimento da peregrinação entregue pela secretaria do Santuário Nacional.

Aqui todas as 40 fotos deste dia no Google Photos.

 

January 9, 2018 Posted by | Bike, Life in general, Trip | , , | Leave a comment

Caminho de Aparecida (285km) – Dez/17

RESUMO

  • 1o. dia = 27.12 (Alfenas: bairro Pinheirinho – bairro Matão)

Saída da Rodoviária de S.Paulo (Tietê) em direção à Alfenas-MG.
Chegada em Alfenas por volta das 13:30h. Lanche.
Peguei a credencial com o Rodrigo (xará).
Partida do Portal do Caminho de Aparecida, na Capela de S.Francisco de Assis (bairro Pinheirinho).
Visita à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, onde rezei por uma boa cicloviagem.
Atravessei a cidade e saí pelo bairro Jardim Aeroporto.
Trecho de terra em direção ao bairro Matão, de mais ou menos 10km.
Descanso na Pousada D.Duína (Albergue S.Vicente de Paulo)

Km pedalados: 30 aprox.

Álbum Google Photos (119 fotos)

  1. 2o. dia = 28.12 (Matão-Guaipava-Cordislândia-Turvolândia-Careaçu)

    Bonitas paisagens no trecho para a localidade de Guaipava

    Saí lá pelas 8:30 da Pousada da D.Duína, após um desjejum bem legal preparado por ela. No caminho pra Guaipava fui me maravilhando com o início do caminho – os cafezais, as serras ao longe, as fazendas, os rios. São 28km até lá, mas dá para pedalar firme. Carimbei lá pelas 10h numa venda em frente à praça principal. Depois dali, a próxima parada (por volta do meio dia) foi em Douradinho, um distrito de Machado, com população reduzida. Até o mercado estava fechado (onde haveria o carimbo). Fiz meu lanche, parei um pouco e segui para Cordislândia.
    Até lá também não foi complicado. O destaque é a chegada na pequena cidade através de uma ponte histórica em arco. Passava das 2 da tarde e o sol começou a ficar forte. Foi o sorvete do Silvio que me refez as energias.

    Toquei pra Turvolândia (só mais 15km). Onde cheguei lá pelas 4 e meia. Comprei Gatorade e água de coco no supermercado da praça e depois rezei um pouco na matriz. Mas já fui me preparando para a chuva, pois começou a “pingar”.
    Na saída da cidade, percebi um tempo bem escuro e achei que ia “desabar”. Mas acabou que foi só ameaça…. Ainda fez bastante sol e até calor. O que tornou a chegada a Careaçu até bem cansativa. Este trecho era longo e tinha que subir uns morros bem grandes. Além disso, o piso estava HORRÍVEL, um cara numa picape já tinha me avisado. Custei a superar…. já passava um pouco das 20h quando entrei em Careaçu, à margem da Fernão Dias. E, afinal, completei uns 110km neste 2o. dia. O que me permitiu chegar um dia antes do que havia previsto inicialmente.

Atravessando e acompanhando o Rio Sapucaí

A velha ponte na entrada de Cordislândia (proibida ao tráfego pesado).

O Rio Sapucaí – já bem caudaloso neste ponto.

Na saída de Turvolândia, do alto de um morrão, bela visão

Chegando em Careaçu, no começo da noite

Álbum Google Photos (114 fotos)

  • 3o. dia = 29.12 (Careaçu-São Sebastião da Bela Vista-São José do Alegre)

Este dia começa com a despedida de um amigo que eu fiz ao meu hospedar no Hotel Careaçu. Um batalhador – o Sr. Romero. E que, ao saber de toda a minha história, minha luta pela saúde, a promessa em curso, fez questão de me franquear a noite que havia passado com conforto no seu hotel. Fora o gostoso jantar que ele houvera preparado pra mim. Aquilo me emocionou demais e jamais esquecerei.

Eu e Romero, dono do Hotel Careaçu, na saída do 3o. dia.

Passei depois no hotel onde tinha o carimbo do local (bem mais chinfrim, mas com certeza não teria sido mais aconchegante). Depois de admirar umas amigas vacas que pastavam na saída da pequena Careaçu, pedalei uns poucos km pela Fernão Dias, antes de atravessa-la em frente ao posto Dom Diego (ex-2001) . Dali achei a entrada para a estradinha de chão que vai em direção à São Sebastião da Bela Vista. Não é das piores, algumas subidas e descidas, mas “sem crise”.

Início da estradinha que leva à São Sebastião da Bela Vista

Igreja Matriz de S.Sebastião B.Vista

Não demorei muito lá em S.Sebastião, fiz um lanche na praça principal e toquei à frente. Tinha muita novidade por ali, não. Aguardava a tal “serrinha” de Santa Rita do Sapucaí. Esta sim, a maior até então do Caminho. Mas bem atrativa, trechos de Mata Atlântica.

Trecho mais bonito pra mim da serrinha para Santa Rita do Sapucaí

Logo após o topo, deu pra ver, abaixo, a cidade de Santa Rita de Sapucaí, bem espalhada entre os morros.  Ao chegar, procurei umas bananas e me orientei pelas placas para chegar à Matriz. Visitei a cripta, como se recomendava. Com toda a Fé e Esperança, rezei pelos amigos, pelos que mais necessitavam. Passei bons momentos ali, conversando com Deus. Bati mais fotos e peguei a saída da cidade. Mas bateu uma fome e fiz outra parada “fundamental”. Refeitas as energias, aí sim: pé no pedal! Passa em frente ao INATEL – Instituto Nacional de Telecomunicações – antes de voltar à zona rural.

O belo Santuário de Santa Rita de Cássia, onde rezei com muita FÉ.

A estrada que leva à São José do Alegre é bem interessante de se pedalar.

O caminho para São José do Alegre é composto por algumas inclinações, mas nada que cause maior esforço. Alcancei o destino lá pelas 6 e meia. Parei na Pousada/Hotel “Brasa”. Quem me recebeu foi o Antonio. O quarto é bem pequeno. Deixei a bike no salão do restaurante (que só abre nos fins-de-semana), acorrentada. Ele me indicou um outro restaurante onde teria uma boa comida pra repor a energia gasta no pedal de +/- 65km. E teve! No Dito Preto. Comi com muito apetite o prato feito na hora. Daí voltei a pé, pela calma cidadezinha, observando a vida tranquila, as pessoas. Lembrei da diferença para esta loucura que é o Rio e São Paulo. A vida em outro ritmo, outra “pegada”, uma loucura desenfreada. Dormi refletindo naquelas comparações. Aonde será que iremos do modo como as vão, sem o menor controle…

Álbum Google Photos (121 fotos)

  • 4o. dia = 30.12 (São José do Alegre-Itajubá-Wenceslau Brás)

Trecho enlameado entre S.J.Alegre e Itajubá. Dificílimo de ser ultrapassado.

Na noite anterior choveu e ventou “horrores”, então… daí que já me preparei para um dia “ruim”. Mas nem poderia imaginar que começaria TÃÃÃÃÃÃOOOOO difícil assim. No caminho relativamente plano e que poderia ter sido “moleza” de São José do Alegre para Itajubá, passei um perrengue. Foi muito “OSSO” sair de todo aquele charco elameado. A bike quase ficou ali. Finalmente, após quase 1 hora empurrando e carregando a bicicleta, retomei à estrada de terra e cheguei logo à Itajubá. Primeira providência, dar uma ducha nela num posto.

Depois de almoçar num self-service no centro de Itajubá (cheguei a procurar por um restaurante vegetariano, mas estava fechado, naquele sábado) e refazer as energias, parti pra Wenceslau Brás, margeando a IMBEL. E tome chuva!… Foi sóóóóóóóó chuva, até às 4 quando cheguei no Chalé do Seu Sebastião que muito bem me acolheu. A subida para o Bairro do Charco começa bem íngreme, depois alivia um pouco. Mas é constante (o Chalé fica +/- no km 6 dos 13 de subida).
Daí, claro, menos fotos neste trecho. Não tinha como ser diferente. Mas tirando o BARRO do início, até que foi um pedal tranquilo depois.

Matriz de Itajubá

Wenceslau Brás – Pousada do Castelinho Amarelo (mas não fui lá carimbar)

Trecho durante a subida para o Bairro do Charco. E as vacas também “tentando escapar da chuva”….

Álbum Google Photos (71 fotos)

  • 5o. dia = 31.12 (Wenceslau Brás-Campos do Jordão-Potim-Aparecida)

O quinto e último dia da pedalada até Aparecida prometia ser o mais difícil (devido à altimetria), mas acabou sendo o mais interessante. Foi show de pedalar! Comecei lá pelas 8:30, me despedindo do Seu Sebastião e de seu chalé. Encarei bem o restante da subida até o alto do bairro do Charco – o clima fresco, sem chuva, só uma “garoinha” ajudava. Lá em cima, vi a placa indicando a Pousada da D.Nair (que ficava numa subidinha) e fui até lá conhece-la. Tomei um café quente, conversei um pouco e carimbei minha credencial mais uma vez. Ali ‘tava frio. Uma outra placa no caminho, indicava que passava dos 1.800 metros.

Decidi não ir pela Trilha dos Carneiros. Afinal estava sozinho, tinha chovido bastante nos dias anteriores e o tempo estava instável. Para quê correr riscos desnecessários? Então fui pela Estrada Parque. E o caminho também foi MUITO BONITO. Quando se adentra a mata do Parque Estadual o cenário é PURA NATUREZA. No início ainda peguei um vento forte, pela passagem das nuvens, mas depois, dentro da Mata Nebular, alternando com os campos de altitude, foi um dos melhores lugares que já pedalei. Não que fosse fácil, a bike até trabalhou bastante, tanto em trechos de subida como de descida em meio a pedras e pequenos riachos. Mas a vegetação quase intocável, os pássaros cantando… Parei algumas vezes para apreciar aquele local – uma DIVINA OBRA. Deus está ali, presente.

Foi uma hora e pouco de pedal (10km) até sair da mata e alcançar a entrada do PECJ (Parque Estadual de Campos de Jordão) ou Horto Municipal. Em todo o trecho, só um 4×4 passou por mim. Dei uma entradinha no parque pra conhecer, mas não fiquei muito tempo. Tinha mais 9 para o início da descida. Esta parte foi mais complicadinha. Peguei logo uma subida forte de cara e o tempo havia esquentado. Daí, veio logo uma chuva de uns 10 minutos. Seguiram-se alguns sobe-desce até que finalmente cheguei à Pousada de Santa Maria da Serra – bem chique por sinal. Não parei ali e fui logo para a “comentada” Descida das Pedrinhas.

Não vou te enganar, não… “Karaka, quê que é aquilo!!!” Acho que ainda não tinha visto algo tão inclinado assim e difícil de fazer. Pura pedra! Se você não descer no “sapatinho” se esborracha todo. Mas com todo o cuidado, fiz os primeiros 3km e daí pra frente fica mais viável de pedalar. Mas haja freio, viu?! O visual também é SHOW! Desde lá do alto, você já visualiza Aparecida e todo o Vale do Paraíba; deslumbrante. Parei para fazer algumas fotos. Tem a Pedra Grande, também. Até um arco-íris pintou no caminho.

O trecho final já tem pouca inclinação, até que se alcança o município de Potim. Ali não tinha muita coisa pra se observar, passei quase batido pelos campos, chácaras e fazendas. Só parei para tomar uma água. Afinal, o objetivo era chegar em Aparecida a tempo (antes do anoitecer). O que acabou ocorrendo. Antes das 8 (por volta de 19:45h) estava na entrada do Santuário Nacional. Com muita alegria, havia cumprido meu objetivo, com a ajuda de Maria.

Houve tempo, pois, de registrar as fotos da chegada (até um ciclista de Niterói, que depois esqueci de pegar o nome…) me ajudou, ao me ver chegar. Em seguida, ir para o Hotel Divino Pai (em frente ao estacionamento), tomar um banho, rocar de roupa e assistir à última Missa do ano. No último Domingo, como havia me prometido, agradecer a saúde concedida, mais um feito alcançado, um Caminho inesquecível.

Uma viagem dentro da Grande Viagem – que é a VIDA – dom de Deus.

Álbum Google Photos (134 fotos)

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No dia seguinte (o Primeiro de 2018), mais especificamente denominado 01-01-2018, fui cumprir a promessa feita ” lááááá… ” atrás, quando estava me recuperando da saúde em 2016. Mas este post eu decidi separar em um outro, que você pode ver a seguir neste link.

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Se quiser acompanhar a minha planilha de custos (versão final) para saber quanto custo, onde fiquei, transporte, quilometragem… está tudo sintetizado aqui neste PDF (e também na versão na nuvem, compartilhada, para poder baixar e editar conforme o seu caso).

Caminho_de_Aparecida(final) – PDF ==> resumindo, 82 reais por dia.

 

January 7, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , | Leave a comment

Pedal Sorocaba-Tatuí

Via Araçoiaba da Serra (Estr. Celso Charuri) e Capela do Alto (Estr. de Aparecida).

No total, 85km, 4:30 +/- com as paradas. Percurso tranquilo de pouco trânsito, nenhum estresse. Paisagens muito bonitas.

 

Traçado feito no Bikely.com
http://www.bikely.com/maps/bike-path/sorocaba-tatui  (clique na imagem para ver os detalhes)

Capela do Alto, um “ovo”. Tatuí parece ser uma típica cidade pacatíssima de interior. Dei umas voltas por lá.

Algumas fotos abaixo. O restante (106) no meu Google Photos.

Rodovia SP-264, saindo de Sorocaba

Estrada Vicinal Dr. Celso Charurim, município de Araçoiaba da Serra

Estrada de Aparecidade, indo para Capela do Alto

Capela do Alto

SP-141, a 10km de Tatuí

Matriz de Tatuí

Teatro Procópio Ferreira e Conservatório de Tatuí – Cidade da Música.

 

December 4, 2017 Posted by | Bike | , , , , , | Leave a comment

Paulínia a Santa Bárbara d’Oeste (via Americana, DAHON)

Domingo, dia 26/11, a DAHON foi mais uma vez acionada para fazer um pedal 80% urbano por várias cidades do interior paulista. De Paulínia a Santa Bárbara d’Oeste, passando por: Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa e Americana.

Fui outra vez de ônibus até a Rodoviária de Paulínia e de lá saí, +/- 9:40h. Levei um bom tempo em algumas cidades andando às vezes até pelos bairros para conhecer um pouco, sem preocupação com tempo/velocidade. Até mesmo porque a DAHON não é pra isso. O dia estava bem apropriado para pedal, sem sol/calor, até chuvinha em alguns períodos.

Ainda não tinha estado naquela região do interior de SP e me surpreendi com o que conheci. Parques bem cuidados, cidades limpas, organização, boas residências. Parece um povo melhor educado em todos os sentidos. Me estimula a continuar conhecendo outras paragens do chamado “interiorzão” do estado.

As fotos (MUITAS, muitas…) estão todas no meu Google Photos. E abaixo, apenas um extrato pra quem quiser a versão “enxuta”. Foi um domingo bem aproveitado e relaxante.

Saída de Paulínia

Teatro Municipal de Paulínia

Hortolândia – Parque Socioambiental Chico Mendes (meio “largadinho”)

Hortolândia – centro comercial

Sumaré – Horto Municipal

Sumaré – Horto Municipal (muito tranquilo, mas um pouco ermo…)

Sumaré – Praça das Bandeiras (bem no centro)

Sumaré – praça em frente à represa do Marcelo

Entrada de Nova Odessa

Ciclovia que corta Nova Odessa (e a cidade mais dura do pedal)

Americana – avenida Brasil – próx. ao Parque Ecológico

Parque Ecológico (e miniZOO) de Americana

Americana – Parque Ecológico – bem zelado

Parque dos Jacarandás (na chegada à Sta. Bárbara d’Oeste)

Santa Bárbara d’Oeste – Parque dos Ipês

Parque Araçariguama, Sta.Bárbara

Detalhe da torre da Matriz em Sta. Bárbara do Oeste

De volta à Sampa, 6 e meia da tarde, pelo bus da Piracicabana

Mapa geral do percurso entre as cidades, via Google Maps

Traçado feito no Bikely.com (64km)

(clique na imagem para ver o detalhe do trajeto)

 

November 28, 2017 Posted by | Bike | , , , , , , , , | Leave a comment

Paulínia-Holambra-Paulínia

Este feriado de 15 de Novembro, aproveitei bem o dia de sol e tempo bom para fazer um bate-volta no interior, dando um rolé pela região de Paulínia.

Peguei o busão na Tietê às 8h rumo à cidade de Paulínia. De lá (9:45h) fui pela SP-332 até Cosmópolis.

SP-332. Vi alguns ciclistas por ela. Parece bem legal de fazer esta estrada. Vou explorar mais.

De lá, por uma vicinal (VCS-020) em direção à Holambra, passando ainda pelo município de Artur Nogueira.

O trecho mais tranquilo e bom de pedalar foi por esta vicinal de Cosmópolis pra A.Nogueira.

Chegando em Holambra (1 da tarde, aprox.) – a cidade que tem a melhor exposição de flores do Brasil (é em Agosto) -, visitei alguns locais interessantes. Abaixo, no “Moinho Povos Unidos”.

Holambra nem se parece com o “Brasil” (que a gente tá acostumado de assistir no Datena…) de tão calma e organizada que é. Tem até ônibus de graça!!! Espero que assim continue. Deveria ser tudo assim, não é esta violência absurda que já tomou contou e anestesiou o povo.

Jeitinho de cidade do interior da Europa.

Dei uma boa descansada porque o sol estava a pino e ainda tinha a volta pra fazer.

Após fazer o lanche, repondo as calorias, parti em direção à Paulínia novamente, mas por outro trecho, mais difícil. Uma estrada municipal, puro terrão (HBR-020). Era um terreno bem pedregoso, foi sofrência.

Tava um sol bem forte na estradinha, o que tornou “as coisas mais fáceis”, rs…rs.. Esta sombra foi benvinda para um descanso.

Mas tudo bem, retornei ao asfalto, na altura do pedágio antes de Cosmópolis e dali para Holambra – cheguei 10 pras 6. Peguei o ônibus de volta às 18:00h.

Na ida, o ajudante de malas “quis encrencar” um pouco com a bike. Já na volta o motorista até ajudou. (É “de lua” mesmo…)

Foi mais teste de retorno às cicloviagens mais longas e este deu pra sentir “o peso da coisa”. No total uns 88 km (sendo quase 20 de terra).

Traçado feito no Bikely.com

 

Quem quiser ver TODO o percurso através das fotos e mais alguns comentários interessantes clica neste link para o meu Google Fotos.

November 16, 2017 Posted by | Bike | , , | Leave a comment

Ciclista morreu atropelado em BSB na L2 norte – a 95km/h

Mais um caso lamentável de um amigo nosso de 2 rodas que tem sua vida brutalmente interrompida por um “maluco” que trafegava a 95km/h numa via urbana. Eu conheço a L2 – ali não tem necessidade nem muito menos de condições de circular numa velocidade tal como essa! É um absurdo (foi dia 21/out/17).

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2017/11/07/interna_cidadesdf,639155/motorista-de-18-anos-que-atropelou-raul-aragao-trafegava-a-95-km-h.shtml

A informação consta do laudo criminalístico da Polícia Civil do Distrito Federal, divulgado na manhã desta terça-feira (7/11).

O Brasil precisa rapidamente fazer cumprir as suas leis de trânsito (nem tem papo de ser mais severo, aumentar as penas). Precisa só fazer CUMPRIR. É homicídio doloso – assumiu o risco de matar alguém. Até quando???!!!

Ciclista Raul Aragão, membro da ONG Rodas da Paz, morreu após ter sua bicicleta atingida na L2 Norte, em 21 de outubro

 

 

 

November 7, 2017 Posted by | Bike, Life in general | , , , | Leave a comment