SVicente's Blog

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Pedal Praça XV-São Conrado-Praça XV (Rio)

Ida: 22km; volta: 23km. Total: 45km. 1 hora pra ir, 1 hora pra voltar.

Fiz com a bike “velha”.

===> Google Photos (13)

Praia do Leblon – Dois Irmãos ao fundo

Final em São Conrado (metade do treino) – “paradinha pra lanche”.

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July 19, 2017 Posted by | Bike | , , , | Leave a comment

RJ_Três Rios-MG_Além Paraíba-RJ_Santo Antônio de Pádua

Via BR-393 (Rodovia Lucio Meira).

Pedal realizado no feriado de Tiradentes 21-4-2017, no total de 154km, em cerca de 10 horas – com 2 paradas (de 1h cada). Veja planilha abaixo.

Saída 6:15 – Chegada 16:15 +/-

Estrada com bom acostamento, movimentada em alguns trechos e em outros bem sossegada. O dia estava ótimo de temperatura, sol mas com nuvens. Nada de ritmo insano, porque o objetivo era retornar às grandes distâncias, após as cirurgias. Inclusive fui na bike velha para mais “tranquilidade” (sem cobiçar assaltantes, rs…rs…). Com pouco peso, nem senti muita diferença, cheguei sem estar cansado em S.Antonio de Pádua, mesmo após tanto tempo sem pedalar acima dos 100.

Agora é esperar a oportunidade de ter outro destes para treinar.

A chegada em Três Rios, 6 da manhã, pela Cometa.

Talvez o trecho mais bonito de toda o percurso na BR-393 é quando passa bem ao largo do RIo Paraíba do Sul, antes de Sapucaia.

 

Ponte em que se cruza o Rio Paraíba do Sul e a divisa entre RJ e MG.

 

O trecho entre Volta Grande e Pirapetinga é cheio de sobe-desce (como sempre em Minas) mas possui paisagens muito bonitas – como esta!

 

Aqui as fotos que fiz depois de chegar na cidade de Santo Antonio de Pádua – fim da tarde (7 Google Photos).

E, finalmente, a altimetria aproximada (obtida através do traçado estimado pelo Google Maps). De fato, foram um pouco mais de 10km. Repare que o primeiro trecho (até Além Paraíba) é bem mais tranquilo que o segundo (a maior parte em MG).

Para quem se interessar eu montei um planilha explicativa do Planejamento da Cicloviagem em Excel.

Aqui você pode fazer o download: P3_bike (1.04 MB).

April 24, 2017 Posted by | Bike | , , , , , | Leave a comment

Treino Itapevi-Sorocaba (II)

Treino básico – da estação CPTM Itapevi até a Rodoviária de Sorocaba, 62km.

No tempo líquido, 2h 57m. Um dia muito bom pra pedalar, temperatura boa, estrada tranquila.

Já tinha feito, faz um tempão, e foi bom fazer novo e sentir que a boa forma está voltando (e fiz na bike “velha”).

Subindo para Mailasqui

Chegando em Sorocaba no início da tarde (pela Av. São Paulo)

Traçado pelo Bikely.com – 62,3km – http://www.bikely.com/maps/bike-path/itapevi-sorocaba-2#

Ganho de elevação: 835m / 1.017m

 

April 2, 2017 Posted by | Bike | , , , , | Leave a comment

Mogi-Bertioga (fev/2017)

Treino intermediário feito junto com o biker Bruno, na faixa de 65km, saindo da estação Brás Cubas em Mogi das Cruzes (SP) e descendo a Serra do Mar até a praia de Bertioga.

Num domingo de sol, movimento razoável na rodovia, mas fizemos um “pedal responsa”. Por volta de 3 horas e 15. A subida, depois de tomar um banho de mar, foi no “busão”. E ainda rolou um pedal do Jabaquara até o Centro, pra mim, e pro Bruno até o final da ZL. Haja pernas!

Trajeto no Bikely.com

Fotos no meu Picasa.

March 2, 2017 Posted by | Bike | , , | Leave a comment

Treino básico pela ZO

Resolvi fazer um traçado no Bikely.com de um treino básico que de vez em quando eu pelalo pela ZO (Zona Oeste) de S.Paulo.

Dá mais ou menos uns 36km e que geralmente em faço em torno de 1 hora (+/-), dependendo da disposição, do dia (calor/chuva…). É que tem bem mais trechos de subida/descida que o treino para a ZL. O paredão da Paulista é “complicado” e a Raposo tem aclives também. Pouca ciclovia (só mesmo na Paulista e na Eliseu), mas como já acostumei, vou encarando.

treinobasico_zo

 

Domingo passado, por exemplo, eu fiz.

January 17, 2017 Posted by | Bike | , , , | Leave a comment

Treino Centro_ZL_Itaquerão

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Percurso traçado no Bikely.com (39,8 km)

Gastei 1h 52m (tempo líquido). Uma paradinha de 5 min em frente ao estádio para repor as energias e bater umas fotos.

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Média aproximada: 21,3 km/h

Fui com a bike de trabalho, sem nenhuma preparação especial. A forma tá voltando…

TUDO GRAÇAS A DEUS.

 

 

January 12, 2017 Posted by | Bike | , , | Leave a comment

Treino na ZL – 36k

Hoje, domingo (11-dez-16) fiz meu primeiro treino mais “acelerado”, percorrendo um circuito na ZL de Sampa.

Fui na ida pela Celso Garcia, Penha, Guilhermina-Esperança e Vila Ré (peguei diversas subidinhas chatas depois da Celso Garcia). E voltei pela ciclovia Verde, a que “margeia” a Radial Leste. Tive um desempenho razoável, pra quem ainda tá “ajustando a nova forma”. Quase 20k por hora. Total de 36,31 quilômetros, num tempo líquido de 1h 53m. Total de 2 horas, incluindo 2 pequenas paradas pra “reabastecimento”.

Vamos ver agora quando posso fazer o próximo.

O circuito abaixo foi traçado no app Runtastic. Aqui o link para o post.

Percurso de 36k aprox. traçado pelo Runtastic.

Percurso de 36k aprox. traçado pelo Runtastic.

treinozl_36k_altimetria treinozl_36k-info

Tem mais fotos salvas no Google (<= link).

Veja mais 3 no Google Photos.

Veja mais 3 no Google Photos.

December 11, 2016 Posted by | Bike | , , | Leave a comment

Treino noturno de 27k – Centro/S.Judas/Paulista

Primeiro treino mais intenso após o tratamento de saúde no 1o. semestre. 27,2 km saindo do Centro, pela Av. Liberdade e indo até a igreja de S.Judas Tadeu, retornando pela Av. Jabaquara e seguindo pela Paulista, quando desci novamente para o Centro pela rua da Consolação.

A maior parte do tempo pelas ciclofaixas e num ritmo médio. Fiz com a Dahon. Teve subidas, descidas, trechos planos. Bem variado. Desempenho razoável para voltar a um pedal mais esportivo. Em aproximadamente 1h 40m.

Traçado feito no Bikely.com - 27,2 km

Traçado feito no Bikely.com – 27,2 km

A meta é realizar o próximo em torno dos 35 km.

December 2, 2016 Posted by | Bike | , , | Leave a comment

SP a São Roque (bate-volta)

PessoALL!

Depois do infeliz incidente de Maio, resolvi voltar às estradas nacionais, com minha bici velha, ou seja, devidamente **preparado**.

E fiz um bom treino, 140km, com diversas subidas e descidas, indo até São Roque – pela Raposo Tavares – e voltando de lá pela Castelo Branco, depois pegando o RodoAnel.

A bike até que foi valente, só “sofri” um pouco nas subidas do início (na subida para Mailasqui), mas no restante nem senti o fato de não ser uma bike ‘top’, as pernas compensaram e mandaram bem. Assim fui mais despreocupado no caminho e fiz um bom treino para quem estava um pouco parado, fazia uns 2 meses (desde que voltei do Uruguai/Argentina). O dia também ajudou bastante, temperatura na casa do 24 graus sem sol em cima.

O dia estava absolutamente tranquilo para pedalar na Raposo Tavares.

Acompanhe todas as fotos e o relato no meu Picasa.

Ciclo[ ]s

A bike é velhinha (+ 5 anos), não chama a atenção, mas pra quem sabe pedalar isso pouco importa…

 

 

 

 

October 11, 2015 Posted by | Bike | , , , | Leave a comment

Como roubaram minha bike Willier no meio da estrada…

Olá amigas e amigos.

O que eu tenho para relatar agora não é daquelas coisas agradáveis que geralmente gostamos de postar para os outros lerem e se deliciarem ou curtirem com nossas aventuras. Mas precisa ser dito, para alertar outros colegas do esporte ou mesmo para reflexão de quem pudesse estar em alguma situação parecida.

Dia 02-maio-2015, pedalava pela rodovia SP-070 (que para quem conhece o estado é a rodovia Ayrton Senna, que depois muda de nome para Carvalho Pinto) na direção Leste, ou seja, da Capital para o Interior – termina em Taubaté. Eu já havia percorrido exatos 76km desde minha saída do Centro, tinha passado a divisa entre Guararema e Jacareí – km 71. Passava das 10:40:

SP_070_km71

Quando no alto de uma subida, pouco antes de chegar no trevo onde começa a Rodovia Dom Pedro I, e logo vinha uma curva pra direita, me surge “meio que do nada” um sujeito alto, forte, trajando um blusão preto, meio com “cara de segurança”; a princípio, ele caminha rápido em minha direção, mas percebo um ar estranho e tento desviar dele, quando grita “- Encosta!” E já saca uma pistola em minha direção. Tudo muito rápido, por um triz ainda penso em tentar escapar, mas no final da subida minha pedalada já não estava tão forte assim. Preferi não reagir e dar “sopa para o azar (maior)”. Prevaleceu o instinto de sobrevivência.

O local exato...

O local exato…

Logo ele “pede” (ou manda…) que eu desça e deixe a bike de lado; faz menção primeiro que eu deite no chão [pensei… aff!…] e na sequência exige que eu desça um pequeno barranco onde no final tem um duto de águas pluviais – sempre com a arma apontada nas minhas costas. Ali já sem os olhares de quem passava na rodovia, começa a me fazer perguntas, para onde eu ia, de onde era, o que fazia… Então, me faz entrar dentro deste duto, enquanto revista minha mochila e olha a bicicleta. Por fim, pede o celular (que estava no meu bolso) e o capacete (ainda na cabeça). Avisa que é para eu não sair por 10 minutos, enquanto aguardaria um carro de seu apoio que iria levar a bike. Entre as perguntas, me fez acho que umas 3x se iria mesmo para Aparecida e pagaria alguma promessa. Eu disse que sim, mantendo-me o mais calmo possível na situação. Pareceu-me que ele tinha alguma indecisão, talvez eu me deixar vivo ou não, para contar essa estória. Revistando meus documentos deve ter visto o cartão da N.Sra. Aparecida que sempre carrego e após fazer uma ligação, largou minha mochila com tudo que havia dentro – alguma comida, barras, um mix para beber, uma muda de roupa, uma lanterna-farol.

Subiu “só mesmo” com a bike, o MotoG, o capacete Giro, a câmera de guidão PowerPack Pro, o GPS Garmin Edge 810 e a Willier GTR Colombia Ultegra. Uma bike Speed (road) que havia adquirido tinha uns 5 meses para melhorar minha performance e poder disputar as provas de Audax com mais conforto e disposição. Pra quem não conhece (o que é Audax), são trechos duríssimos de cerca de 200km, 300, até mais. Eu me contentaria em fazer uma prova bem de 200K, acho que não iria mais além disso. E justamente naquele sábado, meio de feriado prolongado do Primeiro de Maio, era minha intenção, novamente me aproximar dos 200km (seriam 195 ao todo até Aparecida).

E eu vinha bem, muito até para minha opinião pessoal, pelo fato de não haver treinado tanto nos dias que antecedram. Já estava subindo a média para 25 por hora. Passava um pouco das 10:40 quando ele me abordou. Na última hora, pelo GPS tinha feito 27 por hora. Só no início na saída da cidade, não deu para desenvolver muito, em razão do péssimo piso da ciclovia da Radial Leste e da atenção também com os carros e, até o medo de passar em alguns trechos. Mal sabia eu que o pior estaria por vir…

Não deu uns 5 minutos eu ali naquele “buraco” (me sentindo quase um “Bin Laden”, mas rezando minhas Aves-Marias) e escuto o ronco de veículo que para e logo arranca. Lá se ia o investimento realizado no esporte, fruto de alguns anos de trabalho honesto, nas mãos de alguém se acha no direito de simplesmente tomar a coisa alheia em benefício próprio, porque tem uma arma na mão para lhe intimidar, lhe humilhar e submeter aos seus “caprichos” de marginalidade.

Este é o retrato já alguns anos do País que estaremos deixando para nossos filhos – abandonado à própria sorte. Em um desgoverno, num Estado que desassiste à sociedade e nos condena a ser resignados com o pouco que podemos viver.

“- Não faz aquilo, cara! Não vai sair por aí… Não compre isso, pode chamar a atenção.” E vamos nos conformando em viver presos nesta pseudodemocracia, enquanto eles, os desonestos, os não cidadãos ou homens de bens, sejam armados de pistola, sejam os que vivem às custas das maracutaias palacianas permanecem livres e soltos nas ruas, com tornozeleiras ou mandados de prisão expedidos.

Dá para imaginar algo assim? É o país de nome Brasil.

Eu e todos os caras de bem é que estamos errados? Não. Estamos é Ferrados.

É duro ter que rememorar estes fatos. Poderia até contar também como saí dali, como cheguei a DEPOL de Guararema onde prestei queixa e lavrei o B.O. mas prefiro não me estender e só agradecer a Deus e Nossa Senhora mais uma vez por estar VIVO, ter escapado novamente da mira de uma arma de fogo. Esta sem dúvida, a grande vitória, tirando a perda material que o seguro vai cobrir em parte. Mas a perda que não há seguro algum no mundo que pague é a perda que ficou no fundo da alma, de renegar seus desejos íntimos de ter liberdade para ser um desportista mesmo que amador. De ter um prazer que não agride a ninguém. De possuir algo que foi conquistado unicamente com o suor de seu trabalho (e aqui eu abro um parênteses, para quem convive mais de perto comigo, sabe o que eu tô falando… A gente sua mesmo!!… determinadas épocas deste verão para conseguir trabalhar, rs…rs…)

Este foi o trajeto registrado pelo aplicativo "Phone Tracker" no meu tablet que demonstra os 76 km percorridos desde a saída em Sampa até o desfecho sinistro já chegando em Jacareí. Até agora o celular que também foi roubado está desligado...

Este foi o trajeto registrado pelo aplicativo “Phone Tracker” no meu tablet que demonstra os 76 km percorridos desde a saída em Sampa até o desfecho sinistro já chegando em Jacareí. Até agora o celular que também foi roubado está desligado…

Bom, fica a ilustração do percurso que eu fiz e onde se encerrou o último trajeto da Willier. O registro foi possível usando o app “Phone Tracker” que conectava as 2 linhas de celular que eu tenho (ou tinha…).

E também das fotos dela, que viraram memória. Pra quem quiser saber, é uma bici de ótimo desempenho, praticamente te leva, só depende das suas pernas mesmo. [Visite o site da marca] Mas isso agora é passado.


Picasa com as fotos da bike esportiva (estrada) Willier GTR Colombia Ultegra 22 – 2014 (clique na foto). Se alguém ali próximo da região a vir, pode contar que é a minha. Devem ter pouquíssimas por aí. Ainda mais com este quadro XS (tam.48). Ou quem sabe **vendendo** por aí nos ML ou OLX da vida.

Ainda tô meio desorientado, a gente fica sem chão, quando ocorre um troço assim. Como quando sumiram com a minha MTB Kona lá em León (quem quiser saber, leia o post…); talvez até tenha sofrido mais naquela vez do que agora, porque a primeira pancada sempre dói mais. Só que passar de novo…. ugh! Never more. Bike top, véio, chega. Pode ficar.

—-

Algum(a) poeta que não consegui descobrir o nome, ainda, disse bem assim:

A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena.

 

 

May 4, 2015 Posted by | Bike, Life in general | , , , , , , , , , , | 8 Comments