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Volta pela represa de Paraibuna – 1o.Maio

Pedal SENSACIONAL!!! Em torno da represa de Paraibuna/Paraitinga passando por quatro pequenas cidades agradáveis, caminhos rurais, paisagens bonitas. Nos 4 dias do feriadão prolongado do 1o. Maio de 2018.

Fui com meus 3 amigões de pedal de outras cicloviagens. Daí que a trip valeu muito mais!!! Pela experiência de vida, os papos, a curtição da amizade.

Tem TROCENTAS fotos!!! Então, eu distribuí da seguinte forma no meu Google Photos: um “RESUMÃO”  e mais 4 álbuns – um para cada dia, além de um para a véspera (chegada em Paraibuna).

“Resumão” de 40 fotos


 

0. 27-4-2018 (sexta) – Chegada à PARAIBUNA

Viemos de ônibus para Paraibuna, saindo 2 (eu e Bruno) da Rodoviária Tietê e outros 2, Jorjão e Peruano, da Novo Rio. Chegamos os 4 na noite anterior (sexta) para se hospedar no Hotel Santinho. Bem próximo à praça da Matriz.

Curiosamente quando estávamos saindo de S.Paulo, tinha uma equipe de reportagem da Globo(lixo), fazendo uma matéria sobre a saída para o feriadão no Litoral. E acharam curioso o fato de estarmos viajando de bicicleta. Daí que pediram para eu falar um pouco sobre o tema. Segue o trecho editado que apareceu no SPTV 2a. ed. daquele dia.
[ a edição de vídeo foi gentilmente feita pela AVD Comunicação Visual ]

==> Álbum Google Photos da sexta.

 


1. 28-4-2018 (sábado) – De PARAIBUNA à NATIVIDADE DA SERRA (48km)

Pela manhã, fizemos as fotos e um giro rápido pela cidade e partimos pro roteiro. Começa na Tamoios mas uns 5km entra em uma estradinha secundária para pegar a balsa por sobre a represa. Fique atento nesta entrada, precisa passar por uma passarela. A travessia na balsa é bem fácil. Depois o pedal segue por paisagens MUITO bonitas. Achei as melhores de todo o percurso. Tem algumas subidas mas não são pesadas. De qualquer forma exige um certo preparo.

Este 1o. dia é o melhor para quem é iniciante no cicloturismo. Seria um bom treino para ir se acostumando…. rs…rs… (leve o mínimo de bagagem, se for o seu caso). No fim tem outra travessia de balsa. Um detalhe importante é que não tem uma birosca que seja para vender água gelada, refri etc. Então, se abasteça antes! A nossa chegada em Natividade se deu lá pelas 4, pois demos diversas paradas.

Ficamos na Pousada/Restaurante Kaé, da Gisele. Bem no centro. À noite ela preparou um PF caprichado que foi “dos deuses” para refazer nossas energias. Eu e os brothers jantamos com gosto. Tinha um grupo com outros ciclistas ali hospedados também. A Gisele e seu namorado, Raian, muito sorridentes, nos atenderam superbem, deram toda a atenção que precisávamos. Eu super recomendo ficar na pousada deles, simples, mas com muita limpeza, honestidade e simpatia acima de tudo.

==> Álbum Google Photos do 1o dia.

 


2. 29-4-2018 (domingo) – De NATIVIDADE DA SERRA à SÃO LUIZ DO PARAITINGA (35km)

De manhã saímos lá pelas 9 e meia pra São Luiz. Ainda pegamos uma Atemoya com a Dona Gilda (veja fotos) que nos ajudou depois a vencer as subidas mais fortes deste 2o. dia. Tem uma que é longa, né fácil não! Logo na saída atravessamos um pequeno braço da represa num barquinho pequeno a motor. Bem maneiro! Veja os filmes. Depois das duas subidas,  só desce até S.L.Paraitinga. As paisagens foram mais de fazendas, porque a gente deixa a represa pra trás. Mas o percurso foi da hora também. Antes de entrar em Paraitinga, tem a barraca do Shrek, logo quando chega na Rodovia, a gente parou para um “reabastecimento”.

São Luiz do Paraitinga é muito interessante de se conhecer. O casario antigo todo colorido e bem conservado pelas ruas. O centro foi totalmente restaurado depois da grande enchente de 2011. Curtimos! A matriz em ótimo estado, as ladeiras que lembram em certos momentos uma mistura de Paraty com Tiradentes. A cidade não tava tão cheia apesar de todo o feriadão. Nós alugamos um AP pelo Airbnb, por sinal, maneiríssimo. Procurem por este link – do Aílton. Fica bem localizado, não é na muvuca do centro, então dá pra descansar sem barulho e tem ótimo espaço. Dá até para uns 8. Olha!… pelo preço, com certeza vc não irá achar coisa muito melhor. A não ser que prefira algo pra zona rural.

À noite fomos a uma pizzaria bem transada e levamos nossas 2 garrafas de vinho pra acompanhar. A margueritta e a napolitana ‘tavam muito bem feitas no forno a lenha. A dona, supersimpática, nos deixou bem à vontade. Foi a despedida dos nossos 2 amigos do RJ – Jorjão e Perez. Eles acharam melhor voltar dali de S.L.Paraitinga.

==> Álbum Google Photos do 2o dia.

 


3. 30-4-2018 (segunda) – De S.L.PARAITINGA à NATIVIDADE DA SERRA (33km)

Aquela comida toda, principalmente o queijo da pizza, custou a passar pelo intestino. Confesso que a noite não foi das melhores. Demos um rolé pela manhã na cidade para conhecer melhor. Fomos até a Padaria São Luiz, depois visitamos a Ladeira do Rosário, a Casa Oswaldo Cruz, filho mais ilustre da cidade (mas só por fora, tava fechada, uma pena…). Por último subimos até o Alto do Cruzeiro, donde se tem uma vista legal da cidade. Descemos, conversamos com a Dona Vicentina, católica fervorosa, com seus 1.300 terços distribuídos. Altas estórias!… Fui até a igreja matriz, rezei e vi a restauração feita.

E, lá pelo meio dia, depois de descansar bem, resolvemos encarar a volta para Natividade. Depois de deixaramos os manos no ônibus que os levaria para Taubaté (e de lá para o Rio), pegamos a estrada. Um pouco depois de sair da cidade, tem uma ponte na Rodovia Oswaldo Cruz e logo uma entradinha à direita. É ali! Passa uma ponte sobre um riacho, entra à esquerda e começam as subidas. A primeira é forte mas é calçada, mas as próximas…. vai com calma, porque é PESADO. Por um último tem um trecho tipo single track mas que não chega bem a ser. É mais um caminho de trator e por onde passa a boiada. Mas é bonito pra krk. Achei este o ponto alto de todo o ciclotour. Pela diversidade de pisos, a dificuldade técnica, abre-fecha porteiras… Até esperamos uma turma dar uma vacina num pequeno rebanho.

No final tem uma carvoeira e dali, véio… rola uma descida de uns 8km!!! Show, show e show!!! Tem de controlar bem a bici, mas é só alegria. Depois vai quase tudo plano, no nível da represa; logo já chega a travessia do barco. Foram 3 horas até Natividade da Serra e de volta para a Pousada Kae, da Gisele. A noite foi mais um prato de arroz com feijão + ovo (bife pro Bruno). E cama! Pra descansar para a última pegada do seguinte que seria mais forte.

==> Álbum Google Photos do 3o dia.

 


4. 01-5-2018 (terça) – De PARAIBUNA à S.JOSÉ DOS CAMPOS – via Redenção da Serra/Carvalho Pinto (104km)

Depois do café da manhã na pousada, mais cedo desta vez (7h), às 8 já estávamos na rodovia que nos levaria à Redenção da Serra. Diversas subidas e descidas, porém uma vista linda. São 19km bem apreciados. 1h e 5m depois demos uma entradinha em Redenção pra conhecer. Parece outra terra de pescadores. Tinha uma festa rolando em frente à matriz. E seguimos pra Dutra/Taubaté. Daí vem outras subidas/descidas até que termina a serra e se encontra novamente com a Rodovia Oswaldo Cruz – antiga estrada de Ubatuba. Tem um descidão antes, bem forte, de uns 5km +/-. O tráfego ali aumentou.

Às 11h, por aí, chegamos ao cruzamento com o prolongamento da Carvalho Pinto; e eu decidi não seguir para Taubaté e ir pra SJC pela Dutra velha, mas sim pela Carvalho Pinto. Dá uma quilometragem menor só que a rodovia, pra quem conhece, sabe… é cheia de longas subidas e descidas. Nem tão inclinadas. Mas que com o “maçarico” que rolava aquela hora minou as minhas forças. Sorte foi ter parado num pedágio pra tomar uma água bem gelada e ajudar na minha homeostase que, de certa forma, fica prejudicada pela ausência de 2/3 dos rins.

Mas, controlando o ritmo nas subidas da Carvalho Pinto (SEM UMA SOMBRINHA) e com o incentivo do Bruno me puxando lá na frente, conseguimos bater em SJC pouco antes das 2 da tarde, após os 105km e 6 horas de pedal. Um ritmo até bem interessante para MTB e bagagens. Dali a gente foi pro Centro onde visitei, mais uma vez, minha amiga de mais de 30 anos e a namorada do Bruno pegou ele para voltar pra Sampa.

Não poderíamos terminar este feriadão da melhor forma. Com 230km acumulados de pedal, entretanto, com uma das coisas MAIS IMPORTANTES desta vida – as memórias de dias felizes com nossos amigos.

==> Álbum Google Photos do 4o dia.

SP-121

 


 

Segue um pequeno roteiro do que fizemos, as planilhas de custo e de trajeto. Foi baseado na proposta do biker Guilherme Cavallari no seu Guia de Trilhas no. 1 (Edição São Paulo).

 

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May 2, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , , | Leave a comment

Pedal Jundiaí-Indaiatuba-MonteMor-Campinas

Este pedal foi em 14 de Janeiro (2018). E na verdade, eu passei pelos seguintes municipios:

  1. Saída – Jundiaí (estação de trem  da CPTM)
  2. Itupeva (via Anhanguera, SP-300, )
  3. Indaiatuba (via Estrada do Quilombo, estrada de chão, margeando o rio Jundiai)
  4. Elias Fausto (via estrada vicinal João Ceccon )
  5. Monte Mor (rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença)
  6. Final – Campinas -(via SP-101)

Álbum Google Photos – https://photos.app.goo.gl/npjocznZNz0m5yC03   (183 fotos!)

Algumas fotos a seguir, e vou resumindo como foi em cada cidade (para não quiser seguir os detalhes no álbum do Google).

1  SAÍDA DE JUNDIAÍ

Já saí de Jundiaí para outras pedaladas várias vezes. A vantagem é que vc vai de trem desde a Estação da Luz até lá. Põe a bike e pronto (aos domingos, claro)! Estilo europeu.

Faz uma baldeação em Francisco Morato mas é rapidinha. Leva 1 hora e meia até à estação de Jundiaí. Cheguei 9:30 desta vez. De lá vc já pega a avenida União dos Ferroviários e não demora muito (15 minutos) tá na rodovia Anhangera. Dali escolhe o seu destino.

2  ITUPEVA

A cidade de Itupeva foi minha primeira parada. Foi o 100o (CENTÉSIMO!) município pelo qual já passei no estado de São Paulo desde que vim pra cá. Não tem muita coisa a diferenciar de lá de outros que já vi. Vida calma, ruas arborizadas, praças, povo indo à igreja aos domingos, ritmo de cidade de interior.

Ah! tinha um Cristo Redentor no alto de um morro que vi logo que cheguei. Resolvi subir até lá pra ter uma visão melhor do local. A subida foi o “de menos”… Mas lá onde fica a estátua não tem tratamento urbanístico algum. Tudo meio largado. Achei estranho. E olha que a vista compensa. Alguns condomínios na saída da cidade, uma ciclovia maneira…. e fui em direção à Estrada do Quilombo, para Indaiatuba.

Depois de um trecho de asfalto veio o de terra batida, mas dava pra pedalar bem. Vai margeando o Rio Jundiaí. Mas pro meio da estrada alcança um trecho de mata, não muito fechada. Bem legal ali. Depois retorna a céu aberto, algumas plantações e logo depois de uma ponte vem o asfalto. Já tá praticamente em…

3  INDAIATUBA

Cheguei em Indaiatuba por volta da 1 e meia da tarde. Passei por sobre a rodovia SP-300 (Campinas-Sorocaba) e fui em direção ao Centro. Muitos condomínios bons na periferia da cidade. Percebi que havia um grupo de motociclistas passeando por lá. Parei em um hortifruti comprei 1 litro de suco de laranja, umas frutas, fiz meu lanche numa praça.

Depois voltei pra bike. Logo dei de cara com o Parque Ecológico (já tinha ouvido falar…) Muito bonito!! Tem uma ciclovia em torno dele. É superarborizado, excelente tratamente paisagístico. Vai margeando uma várzea de rio. As famílias ficam por ali, bricando com seus filhos, pescando, fazendo piquenique… Que tranquilidade. Algo que não é muito comum nas grandes cidades. O mais legal de tudo foi mais lá pro final, depois da Prefeitura – o Parque da Criança. Tudo feito pelo poder público. Piscinas, toboágua, brinquedos. Organizado pra caramba! Ali você vê um imposto bem aplicado. Serviços retornando pra população da cidade. Será que não poderia ser assim em todas as cidades? Que será que tem ali de diferente…

Bem, depois fui para o Centro dar uma olhada. Bem limpo, bem calmo tbem. Olhei ainda um Centro Cultural (“Museu Pau Preto”). Mas não fiquei para ver a exposição para não atrasar mais – já passava das 2. Tomei só uma água e fui. Demorei até mais do que esperava em Indaiatuba. Mas valeu a pena conhecer, aproveitar um pouco. Foi a “jóia da coroa”, pra mim, na cicloviagem.

Atravessei novamente o Parque Ecológico, seguindo as placas para a direção Monte Mor. Mas percebi logo que um forte temporal vinha chegando. Só deu tempo de tirar a capa da bolsa frontal e procurar um abrigo (ponto de ônibus) para esperar passar. Um vento forte como poucas vezes tinha passado. A chuva durou uma meia hora mais ou menos. Rezei um Terço enquanto isso. Depois que passou segui o pedal na boa.

4  ELIAS FAUSTO

O destaque desta estrada vicinal (João Ceccon) para Elias Fausto é o respeito ao ciclista. Há diversas placas indicando que a distância regulamentar entre o carro e a bicicleta deve ser 1,50m (como está escrito no Código de Trânsito, CTB). E o pessoal respeita mesmo. Uma beleza para se pedalar. Quem dera todas as estradas brasileiras tivessem esta característica…

Fui descortinando a paisagem, que depois da chuvada, ficou SHOW. Como nesta foto aí:

Antes de chegar à Elias Fausto, passa numa cidadezinha pequena chamada Cardeal. Parei só pra fazer uma foto. Lá em Elias Fausto tbem não era para demorar muito. O centrinho da cidade é pequeno, mas ao parar no posto pra fazer um lanche e ir ao banheiro, quando volto me deparo com o pneu baixo. Não teve jeito, tive que trocar a câmara de ar. Resultado: mais um atraso… Saí 17:40. Mas, normal, faz parte da viagem.

MONTE MOR

De volta à estrada, outro trecho “SHOW DE BOLA”. Uma tranquilidade pra pedalar. E não demorou pra alcançar Monte Mor, uns 40 minutos. Dei só uma olhada rápida. Vi a igreja Matriz, de torre única. Desci, peguei a ciclovia para a direção Campinas. Passei pela Rodoviária e cheguei à SP-101, passando por sobre a passarela.

É uma rodovia de mão dupla, bom acostamento. Mais 33km me separavam de Campinas. Então, hora de sentar o “pé no pedal” e ir firme na batida. Foram subidas e descidas, uma atrás da outra até chegar. Dei só uma parada pra o último lanche. Já calculava de chegar escurecendo em Campinas.

  

CAMPINAS

Na divisa com Campinas ainda ‘tava claro. Mas faltava mais uns 15km. Campinas tem uma área grande, hem? Cruzei a Anhanguera já escurecendo. As fotos foram feitas com o celular velho, porque o novo ‘tava com a bateria “arriada”. Por isso não ficaram nítidas.

Bati na rodoviária de Campinas exatas 8:30. Bem a tempo de ainda pegar o das 9 de volta pra Sampa. Pela Empresa Santa Cruz. Comprei comida e um suco, que a fome bateu. E descansei no ônibus. Que pedal suado! Mas foi **CAMPEÃO**.

E aqui o traçado de todo o percurso feito no Bikely.com ==> 129km (meu recorde este ano até então).

Planilha resumo da cicloviagem

 

February 4, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , , , | Leave a comment

Caminho de Aparecida (285km) – Dez/17

RESUMO

  • 1o. dia = 27.12 (Alfenas: bairro Pinheirinho – bairro Matão)

Saída da Rodoviária de S.Paulo (Tietê) em direção à Alfenas-MG.
Chegada em Alfenas por volta das 13:30h. Lanche.
Peguei a credencial com o Rodrigo (xará).
Partida do Portal do Caminho de Aparecida, na Capela de S.Francisco de Assis (bairro Pinheirinho).
Visita à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, onde rezei por uma boa cicloviagem.
Atravessei a cidade e saí pelo bairro Jardim Aeroporto.
Trecho de terra em direção ao bairro Matão, de mais ou menos 10km.
Descanso na Pousada D.Duína (Albergue S.Vicente de Paulo)

Km pedalados: 30 aprox.

Álbum Google Photos (119 fotos)

  1. 2o. dia = 28.12 (Matão-Guaipava-Cordislândia-Turvolândia-Careaçu)

    Bonitas paisagens no trecho para a localidade de Guaipava

    Saí lá pelas 8:30 da Pousada da D.Duína, após um desjejum bem legal preparado por ela. No caminho pra Guaipava fui me maravilhando com o início do caminho – os cafezais, as serras ao longe, as fazendas, os rios. São 28km até lá, mas dá para pedalar firme. Carimbei lá pelas 10h numa venda em frente à praça principal. Depois dali, a próxima parada (por volta do meio dia) foi em Douradinho, um distrito de Machado, com população reduzida. Até o mercado estava fechado (onde haveria o carimbo). Fiz meu lanche, parei um pouco e segui para Cordislândia.
    Até lá também não foi complicado. O destaque é a chegada na pequena cidade através de uma ponte histórica em arco. Passava das 2 da tarde e o sol começou a ficar forte. Foi o sorvete do Silvio que me refez as energias.

    Toquei pra Turvolândia (só mais 15km). Onde cheguei lá pelas 4 e meia. Comprei Gatorade e água de coco no supermercado da praça e depois rezei um pouco na matriz. Mas já fui me preparando para a chuva, pois começou a “pingar”.
    Na saída da cidade, percebi um tempo bem escuro e achei que ia “desabar”. Mas acabou que foi só ameaça…. Ainda fez bastante sol e até calor. O que tornou a chegada a Careaçu até bem cansativa. Este trecho era longo e tinha que subir uns morros bem grandes. Além disso, o piso estava HORRÍVEL, um cara numa picape já tinha me avisado. Custei a superar…. já passava um pouco das 20h quando entrei em Careaçu, à margem da Fernão Dias. E, afinal, completei uns 110km neste 2o. dia. O que me permitiu chegar um dia antes do que havia previsto inicialmente.

Atravessando e acompanhando o Rio Sapucaí

A velha ponte na entrada de Cordislândia (proibida ao tráfego pesado).

O Rio Sapucaí – já bem caudaloso neste ponto.

Na saída de Turvolândia, do alto de um morrão, bela visão

Chegando em Careaçu, no começo da noite

Álbum Google Photos (114 fotos)

  • 3o. dia = 29.12 (Careaçu-São Sebastião da Bela Vista-São José do Alegre)

Este dia começa com a despedida de um amigo que eu fiz ao meu hospedar no Hotel Careaçu. Um batalhador – o Sr. Romero. E que, ao saber de toda a minha história, minha luta pela saúde, a promessa em curso, fez questão de me franquear a noite que havia passado com conforto no seu hotel. Fora o gostoso jantar que ele houvera preparado pra mim. Aquilo me emocionou demais e jamais esquecerei.

Eu e Romero, dono do Hotel Careaçu, na saída do 3o. dia.

Passei depois no hotel onde tinha o carimbo do local (bem mais chinfrim, mas com certeza não teria sido mais aconchegante). Depois de admirar umas amigas vacas que pastavam na saída da pequena Careaçu, pedalei uns poucos km pela Fernão Dias, antes de atravessa-la em frente ao posto Dom Diego (ex-2001) . Dali achei a entrada para a estradinha de chão que vai em direção à São Sebastião da Bela Vista. Não é das piores, algumas subidas e descidas, mas “sem crise”.

Início da estradinha que leva à São Sebastião da Bela Vista

Igreja Matriz de S.Sebastião B.Vista

Não demorei muito lá em S.Sebastião, fiz um lanche na praça principal e toquei à frente. Tinha muita novidade por ali, não. Aguardava a tal “serrinha” de Santa Rita do Sapucaí. Esta sim, a maior até então do Caminho. Mas bem atrativa, trechos de Mata Atlântica.

Trecho mais bonito pra mim da serrinha para Santa Rita do Sapucaí

Logo após o topo, deu pra ver, abaixo, a cidade de Santa Rita de Sapucaí, bem espalhada entre os morros.  Ao chegar, procurei umas bananas e me orientei pelas placas para chegar à Matriz. Visitei a cripta, como se recomendava. Com toda a Fé e Esperança, rezei pelos amigos, pelos que mais necessitavam. Passei bons momentos ali, conversando com Deus. Bati mais fotos e peguei a saída da cidade. Mas bateu uma fome e fiz outra parada “fundamental”. Refeitas as energias, aí sim: pé no pedal! Passa em frente ao INATEL – Instituto Nacional de Telecomunicações – antes de voltar à zona rural.

O belo Santuário de Santa Rita de Cássia, onde rezei com muita FÉ.

A estrada que leva à São José do Alegre é bem interessante de se pedalar.

O caminho para São José do Alegre é composto por algumas inclinações, mas nada que cause maior esforço. Alcancei o destino lá pelas 6 e meia. Parei na Pousada/Hotel “Brasa”. Quem me recebeu foi o Antonio. O quarto é bem pequeno. Deixei a bike no salão do restaurante (que só abre nos fins-de-semana), acorrentada. Ele me indicou um outro restaurante onde teria uma boa comida pra repor a energia gasta no pedal de +/- 65km. E teve! No Dito Preto. Comi com muito apetite o prato feito na hora. Daí voltei a pé, pela calma cidadezinha, observando a vida tranquila, as pessoas. Lembrei da diferença para esta loucura que é o Rio e São Paulo. A vida em outro ritmo, outra “pegada”, uma loucura desenfreada. Dormi refletindo naquelas comparações. Aonde será que iremos do modo como as vão, sem o menor controle…

Álbum Google Photos (121 fotos)

  • 4o. dia = 30.12 (São José do Alegre-Itajubá-Wenceslau Brás)

Trecho enlameado entre S.J.Alegre e Itajubá. Dificílimo de ser ultrapassado.

Na noite anterior choveu e ventou “horrores”, então… daí que já me preparei para um dia “ruim”. Mas nem poderia imaginar que começaria TÃÃÃÃÃÃOOOOO difícil assim. No caminho relativamente plano e que poderia ter sido “moleza” de São José do Alegre para Itajubá, passei um perrengue. Foi muito “OSSO” sair de todo aquele charco elameado. A bike quase ficou ali. Finalmente, após quase 1 hora empurrando e carregando a bicicleta, retomei à estrada de terra e cheguei logo à Itajubá. Primeira providência, dar uma ducha nela num posto.

Depois de almoçar num self-service no centro de Itajubá (cheguei a procurar por um restaurante vegetariano, mas estava fechado, naquele sábado) e refazer as energias, parti pra Wenceslau Brás, margeando a IMBEL. E tome chuva!… Foi sóóóóóóóó chuva, até às 4 quando cheguei no Chalé do Seu Sebastião que muito bem me acolheu. A subida para o Bairro do Charco começa bem íngreme, depois alivia um pouco. Mas é constante (o Chalé fica +/- no km 6 dos 13 de subida).
Daí, claro, menos fotos neste trecho. Não tinha como ser diferente. Mas tirando o BARRO do início, até que foi um pedal tranquilo depois.

Matriz de Itajubá

Wenceslau Brás – Pousada do Castelinho Amarelo (mas não fui lá carimbar)

Trecho durante a subida para o Bairro do Charco. E as vacas também “tentando escapar da chuva”….

Álbum Google Photos (71 fotos)

  • 5o. dia = 31.12 (Wenceslau Brás-Campos do Jordão-Potim-Aparecida)

O quinto e último dia da pedalada até Aparecida prometia ser o mais difícil (devido à altimetria), mas acabou sendo o mais interessante. Foi show de pedalar! Comecei lá pelas 8:30, me despedindo do Seu Sebastião e de seu chalé. Encarei bem o restante da subida até o alto do bairro do Charco – o clima fresco, sem chuva, só uma “garoinha” ajudava. Lá em cima, vi a placa indicando a Pousada da D.Nair (que ficava numa subidinha) e fui até lá conhece-la. Tomei um café quente, conversei um pouco e carimbei minha credencial mais uma vez. Ali ‘tava frio. Uma outra placa no caminho, indicava que passava dos 1.800 metros.

Decidi não ir pela Trilha dos Carneiros. Afinal estava sozinho, tinha chovido bastante nos dias anteriores e o tempo estava instável. Para quê correr riscos desnecessários? Então fui pela Estrada Parque. E o caminho também foi MUITO BONITO. Quando se adentra a mata do Parque Estadual o cenário é PURA NATUREZA. No início ainda peguei um vento forte, pela passagem das nuvens, mas depois, dentro da Mata Nebular, alternando com os campos de altitude, foi um dos melhores lugares que já pedalei. Não que fosse fácil, a bike até trabalhou bastante, tanto em trechos de subida como de descida em meio a pedras e pequenos riachos. Mas a vegetação quase intocável, os pássaros cantando… Parei algumas vezes para apreciar aquele local – uma DIVINA OBRA. Deus está ali, presente.

Foi uma hora e pouco de pedal (10km) até sair da mata e alcançar a entrada do PECJ (Parque Estadual de Campos de Jordão) ou Horto Municipal. Em todo o trecho, só um 4×4 passou por mim. Dei uma entradinha no parque pra conhecer, mas não fiquei muito tempo. Tinha mais 9 para o início da descida. Esta parte foi mais complicadinha. Peguei logo uma subida forte de cara e o tempo havia esquentado. Daí, veio logo uma chuva de uns 10 minutos. Seguiram-se alguns sobe-desce até que finalmente cheguei à Pousada de Santa Maria da Serra – bem chique por sinal. Não parei ali e fui logo para a “comentada” Descida das Pedrinhas.

Não vou te enganar, não… “Karaka, quê que é aquilo!!!” Acho que ainda não tinha visto algo tão inclinado assim e difícil de fazer. Pura pedra! Se você não descer no “sapatinho” se esborracha todo. Mas com todo o cuidado, fiz os primeiros 3km e daí pra frente fica mais viável de pedalar. Mas haja freio, viu?! O visual também é SHOW! Desde lá do alto, você já visualiza Aparecida e todo o Vale do Paraíba; deslumbrante. Parei para fazer algumas fotos. Tem a Pedra Grande, também. Até um arco-íris pintou no caminho.

O trecho final já tem pouca inclinação, até que se alcança o município de Potim. Ali não tinha muita coisa pra se observar, passei quase batido pelos campos, chácaras e fazendas. Só parei para tomar uma água. Afinal, o objetivo era chegar em Aparecida a tempo (antes do anoitecer). O que acabou ocorrendo. Antes das 8 (por volta de 19:45h) estava na entrada do Santuário Nacional. Com muita alegria, havia cumprido meu objetivo, com a ajuda de Maria.

Houve tempo, pois, de registrar as fotos da chegada (até um ciclista de Niterói, que depois esqueci de pegar o nome…) me ajudou, ao me ver chegar. Em seguida, ir para o Hotel Divino Pai (em frente ao estacionamento), tomar um banho, rocar de roupa e assistir à última Missa do ano. No último Domingo, como havia me prometido, agradecer a saúde concedida, mais um feito alcançado, um Caminho inesquecível.

Uma viagem dentro da Grande Viagem – que é a VIDA – dom de Deus.

Álbum Google Photos (134 fotos)

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No dia seguinte (o Primeiro de 2018), mais especificamente denominado 01-01-2018, fui cumprir a promessa feita ” lááááá… ” atrás, quando estava me recuperando da saúde em 2016. Mas este post eu decidi separar em um outro, que você pode ver a seguir neste link.

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Se quiser acompanhar a minha planilha de custos (versão final) para saber quanto custo, onde fiquei, transporte, quilometragem… está tudo sintetizado aqui neste PDF (e também na versão na nuvem, compartilhada, para poder baixar e editar conforme o seu caso).

Caminho_de_Aparecida(final) – PDF ==> resumindo, 82 reais por dia.

 

January 7, 2018 Posted by | Bike, Trip | , , | Leave a comment

Pedal Sorocaba-Tatuí

Via Araçoiaba da Serra (Estr. Celso Charuri) e Capela do Alto (Estr. de Aparecida).

No total, 85km, 4:30 +/- com as paradas. Percurso tranquilo de pouco trânsito, nenhum estresse. Paisagens muito bonitas.

 

Traçado feito no Bikely.com
http://www.bikely.com/maps/bike-path/sorocaba-tatui  (clique na imagem para ver os detalhes)

Capela do Alto, um “ovo”. Tatuí parece ser uma típica cidade pacatíssima de interior. Dei umas voltas por lá.

Algumas fotos abaixo. O restante (106) no meu Google Photos.

Rodovia SP-264, saindo de Sorocaba

Estrada Vicinal Dr. Celso Charurim, município de Araçoiaba da Serra

Estrada de Aparecidade, indo para Capela do Alto

Capela do Alto

SP-141, a 10km de Tatuí

Matriz de Tatuí

Teatro Procópio Ferreira e Conservatório de Tatuí – Cidade da Música.

 

December 4, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , , , , | Leave a comment

Paulínia a Santa Bárbara d’Oeste (via Americana, DAHON)

Domingo, dia 26/11, a DAHON foi mais uma vez acionada para fazer um pedal 80% urbano por várias cidades do interior paulista. De Paulínia a Santa Bárbara d’Oeste, passando por: Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa e Americana.

Fui outra vez de ônibus até a Rodoviária de Paulínia e de lá saí, +/- 9:40h. Levei um bom tempo em algumas cidades andando às vezes até pelos bairros para conhecer um pouco, sem preocupação com tempo/velocidade. Até mesmo porque a DAHON não é pra isso. O dia estava bem apropriado para pedal, sem sol/calor, até chuvinha em alguns períodos.

Ainda não tinha estado naquela região do interior de SP e me surpreendi com o que conheci. Parques bem cuidados, cidades limpas, organização, boas residências. Parece um povo melhor educado em todos os sentidos. Me estimula a continuar conhecendo outras paragens do chamado “interiorzão” do estado.

As fotos (MUITAS, muitas…) estão todas no meu Google Photos. E abaixo, apenas um extrato pra quem quiser a versão “enxuta”. Foi um domingo bem aproveitado e relaxante.

Saída de Paulínia

Teatro Municipal de Paulínia

Hortolândia – Parque Socioambiental Chico Mendes (meio “largadinho”)

Hortolândia – centro comercial

Sumaré – Horto Municipal

Sumaré – Horto Municipal (muito tranquilo, mas um pouco ermo…)

Sumaré – Praça das Bandeiras (bem no centro)

Sumaré – praça em frente à represa do Marcelo

Entrada de Nova Odessa

Ciclovia que corta Nova Odessa (e a cidade mais dura do pedal)

Americana – avenida Brasil – próx. ao Parque Ecológico

Parque Ecológico (e miniZOO) de Americana

Americana – Parque Ecológico – bem zelado

Parque dos Jacarandás (na chegada à Sta. Bárbara d’Oeste)

Santa Bárbara d’Oeste – Parque dos Ipês

Parque Araçariguama, Sta.Bárbara

Detalhe da torre da Matriz em Sta. Bárbara do Oeste

De volta à Sampa, 6 e meia da tarde, pelo bus da Piracicabana

Mapa geral do percurso entre as cidades, via Google Maps

Traçado feito no Bikely.com (64km)

(clique na imagem para ver o detalhe do trajeto)

 

November 28, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , , , , , , , | Leave a comment

Paulínia-Holambra-Paulínia

Este feriado de 15 de Novembro, aproveitei bem o dia de sol e tempo bom para fazer um bate-volta no interior, dando um rolé pela região de Paulínia.

Peguei o busão na Tietê às 8h rumo à cidade de Paulínia. De lá (9:45h) fui pela SP-332 até Cosmópolis.

SP-332. Vi alguns ciclistas por ela. Parece bem legal de fazer esta estrada. Vou explorar mais.

De lá, por uma vicinal (VCS-020) em direção à Holambra, passando ainda pelo município de Artur Nogueira.

O trecho mais tranquilo e bom de pedalar foi por esta vicinal de Cosmópolis pra A.Nogueira.

Chegando em Holambra (1 da tarde, aprox.) – a cidade que tem a melhor exposição de flores do Brasil (é em Agosto) -, visitei alguns locais interessantes. Abaixo, no “Moinho Povos Unidos”.

Holambra nem se parece com o “Brasil” (que a gente tá acostumado de assistir no Datena…) de tão calma e organizada que é. Tem até ônibus de graça!!! Espero que assim continue. Deveria ser tudo assim, não é esta violência absurda que já tomou contou e anestesiou o povo.

Jeitinho de cidade do interior da Europa.

Dei uma boa descansada porque o sol estava a pino e ainda tinha a volta pra fazer.

Após fazer o lanche, repondo as calorias, parti em direção à Paulínia novamente, mas por outro trecho, mais difícil. Uma estrada municipal, puro terrão (HBR-020). Era um terreno bem pedregoso, foi sofrência.

Tava um sol bem forte na estradinha, o que tornou “as coisas mais fáceis”, rs…rs.. Esta sombra foi benvinda para um descanso.

Mas tudo bem, retornei ao asfalto, na altura do pedágio antes de Cosmópolis e dali para Holambra – cheguei 10 pras 6. Peguei o ônibus de volta às 18:00h.

Na ida, o ajudante de malas “quis encrencar” um pouco com a bike. Já na volta o motorista até ajudou. (É “de lua” mesmo…)

Foi mais teste de retorno às cicloviagens mais longas e este deu pra sentir “o peso da coisa”. No total uns 88 km (sendo quase 20 de terra).

Traçado feito no Bikely.com

 

Quem quiser ver TODO o percurso através das fotos e mais alguns comentários interessantes clica neste link para o meu Google Fotos.

November 16, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , | Leave a comment

Rolé em Atibaia (Dahon) – feriado de Finados

Num ótimo feriado de Finados pra pedalar (sol, boa temperatura, 26º), fiz meu primeiro pedal pós-cirurgia. Escolhi a Dahon, para dar um ritmo mais tranquilo e aproveitar mais como passeio. E fui para Atibaia pra conhecer melhor. Já tinha passado 2x por lá, mas sempre nas rodovias, treinando.

Parque Eduardo Zanoni

Curti Atibaia, cidade mais de interior, poucos prédios altos, muitas flores mesmo como dizia o slogan. Os parques estavam bem cuidados, a cidade como um todo bem tratada. Lembra cidades do Sul e até algumas do interior da Espanha.

As muitas e muitas fotos estão no Google e, apesar de deixar algumas abaixo, digo que vale a pena acompanhar.

No total geral, bateu 61km. 4 horas líquidas, teve até um bom nível altimétrico. 7 h corridas, pois parei pra curtir os locais turísticos, fazer as fotos. Foi um rolé bem legal. Tô voltando de boa.

Capela no Recanto Betania. Local de descanso, peregrinação e reflexão. Melhor ponto do passeio pra mim.

 

Balneário Parque das Águas

Museu Muniicipal José Batista Conti

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November 2, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , , , | Leave a comment

Bertioga-São Vicente-Mongaguá

Pedal pelo litoral santista, feito com a dobrável, num domingo de sol ameno (87,6km). Saindo de Bertioga, atravessando de balsa em direção ao Guarujá. Tour por alguns praias, parada no Mirante das Galhetas. De balsa novamente para Santos e chegando à São Vicente. Visita ao Monumento Niemeyer na ilha Porchat. Ponte Pênsil, direção Praia Grande. Pedalando toda a ciclovia da Praia Grande (mais de 1h) até atingir a de Mongaguá. Volta de ônibus também para o Terminal do Jabaquara.

Traçado pelo Bikely.com – 87,6km – http://www.bikely.com/maps/bike-path/bertioga-praia-grande

A saída foi aproximadamente às 8:00, mas com a travessia de balsa logo após, efetivamente pedalando, +/- 8:25. A chegada, por volta de 3:40 da tarde.

Diversas paradas no trajeto, principalmente no Guarujá (Praia da Enseada … Mirante das Galhetas) e em São Vicente para ver as praias e locais interessantes, como o Monumento Niemeyer, na Ilha Porchat (São Vicente).

Veja todas as 41 Google Photoshttps://goo.gl/photos/czqnZbx6GeUKvxkp7

May 7, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , , | 2 Comments

RJ_Três Rios-MG_Além Paraíba-RJ_Santo Antônio de Pádua

Via BR-393 (Rodovia Lucio Meira).

Pedal realizado no feriado de Tiradentes 21-4-2017, no total de 154km, em cerca de 10 horas – com 2 paradas (de 1h cada). Veja planilha abaixo.

Saída 6:15 – Chegada 16:15 +/-

Estrada com bom acostamento, movimentada em alguns trechos e em outros bem sossegada. O dia estava ótimo de temperatura, sol mas com nuvens. Nada de ritmo insano, porque o objetivo era retornar às grandes distâncias, após as cirurgias. Inclusive fui na bike velha para mais “tranquilidade” (sem cobiçar assaltantes, rs…rs…). Com pouco peso, nem senti muita diferença, cheguei sem estar cansado em S.Antonio de Pádua, mesmo após tanto tempo sem pedalar acima dos 100.

Agora é esperar a oportunidade de ter outro destes para treinar.

A chegada em Três Rios, 6 da manhã, pela Cometa.

Talvez o trecho mais bonito de toda o percurso na BR-393 é quando passa bem ao largo do RIo Paraíba do Sul, antes de Sapucaia.

 

Ponte em que se cruza o Rio Paraíba do Sul e a divisa entre RJ e MG.

 

O trecho entre Volta Grande e Pirapetinga é cheio de sobe-desce (como sempre em Minas) mas possui paisagens muito bonitas – como esta!

 

Aqui as fotos que fiz depois de chegar na cidade de Santo Antonio de Pádua – fim da tarde (7 Google Photos).

E, finalmente, a altimetria aproximada (obtida através do traçado estimado pelo Google Maps). De fato, foram um pouco mais de 10km. Repare que o primeiro trecho (até Além Paraíba) é bem mais tranquilo que o segundo (a maior parte em MG).

Para quem se interessar eu montei um planilha explicativa do Planejamento da Cicloviagem em Excel.

Aqui você pode fazer o download: P3_bike (1.04 MB).

April 24, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , , , , | 1 Comment

Paraíba do Sul_Sardoal_Petrópolis (RJ)

Sábado – 18/março – Paraíba do Sul a Sardoal (35km)

==> saindo do posto da PRF (na BR-493), passando pelo Centro, Werneck, Santuário Bom Jesus do Matosinhos, Reserva Membeca até o distrito de Sardoal  (6:15 às 9:00h)

Atravessando a ponte sobre o Rio Paraíba do Sul

Santuário de Bom Jesus do Matosinhos

A estrada para Sardoal – como todas nesta região – é ótima de pedalar

 


Domingo – 19/março – Sardoal a Petrópolis (58km)

==> de Sardoal pela RJ- até Secretário, Pedro do Rio, daí pela BR-040 até a Rodoviária de Petrópolis. Somente debaixo de 5 horas de chuva!!!

Trecho da subida para Secretário

Parada para lanche rápido na BR-040 antes de começar a subir a serra

 

Roteiro traçado no Bikely.com – sábado – 35,5km

(clique para ver o roteiro online)

 

Roteiro traçado no Bikely.com – domingo – 58km

March 28, 2017 Posted by | Bike, Trip | , , | Leave a comment