SVicente's Blog

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Treino Itapevi-Sorocaba (II)

Treino básico – da estação CPTM Itapevi até a Rodoviária de Sorocaba, 62km.

No tempo líquido, 2h 57m. Um dia muito bom pra pedalar, temperatura boa, estrada tranquila.

Já tinha feito, faz um tempão, e foi bom fazer novo e sentir que a boa forma está voltando (e fiz na bike “velha”).

Subindo para Mailasqui

Chegando em Sorocaba no início da tarde (pela Av. São Paulo)

Traçado pelo Bikely.com – 62,3km – http://www.bikely.com/maps/bike-path/itapevi-sorocaba-2#

Ganho de elevação: 835m / 1.017m

 

April 2, 2017 Posted by | Bike | , , , , | Leave a comment

SP a São Roque (bate-volta)

PessoALL!

Depois do infeliz incidente de Maio, resolvi voltar às estradas nacionais, com minha bici velha, ou seja, devidamente **preparado**.

E fiz um bom treino, 140km, com diversas subidas e descidas, indo até São Roque – pela Raposo Tavares – e voltando de lá pela Castelo Branco, depois pegando o RodoAnel.

A bike até que foi valente, só “sofri” um pouco nas subidas do início (na subida para Mailasqui), mas no restante nem senti o fato de não ser uma bike ‘top’, as pernas compensaram e mandaram bem. Assim fui mais despreocupado no caminho e fiz um bom treino para quem estava um pouco parado, fazia uns 2 meses (desde que voltei do Uruguai/Argentina). O dia também ajudou bastante, temperatura na casa do 24 graus sem sol em cima.

O dia estava absolutamente tranquilo para pedalar na Raposo Tavares.

Acompanhe todas as fotos e o relato no meu Picasa.

Ciclo[ ]s

A bike é velhinha (+ 5 anos), não chama a atenção, mas pra quem sabe pedalar isso pouco importa…

 

 

 

 

October 11, 2015 Posted by | Bike | , , , | Leave a comment

Cicloviagem Corpus Christi 2013 (SP/PR)

Treino total de 610km

O percurso já tinha sido decidido há bastante tempo e faz parte de um projeto de treinos de longa distância. O objetivo era pedalar 150 por dia e ver como estava a resistência. Foi alcançado (bem) mas acabou sendo mais “hard” do que eu imaginara, não tanto pela altimetria ou distância, mas pelas condições das estradas por onde passei. Muito ruins em 70% do circuito, eu chutaria. Essa região sudoeste do estado de São Paulo está literalmente “largada”.

Mas vamos ao relato pra quem se interessar.

[ Pra ver as fotos – no Picasa – basta clicar nos links dos títulos de cada um dos 4 dias. ]

Sai da Rodoviária de Sorocaba em direção a ZN daquela cidade, passando pelas Avenidas Itavuvu e Ipanema (me enrolei um pouco nesse trajeto…). Depois de pegar a Rodovia Castelo Branco foi só pé no pedal e tocar numa média +- 22 por hr. O clima nesse dia ajudou D+. A única subida considerável foi a “Serra de Botucatu”, por 8km, sendo que o desnível não é grande. Deu para subir tranquilo. Daí até Itatinga não demorou muito.

Cheguei lá (15 pras 6) e consegui achar o Hotel Restaurante da Elza (conforme já tinha visto na web). Simples mas tranquilo para pernoitar e deixar a magrela. Muito simpática a D.Elza, me atendeu superbem, conversou, se interessou pela viagem. O jantar bem servido, pra quem precisava recuperar as forças, show. Eu recomendo (pra quem não estiver procurando luxo mas simpatia).

Esse dia foi mais punk. Além de encarar muito mais sobe-desce, metade foi de estrada ruim. O trecho de aprox. 25km entre Itatinga e Avaré foi muito tranquilo, um dos melhores do circuito. A neblina no início, clima friozinho, poucos veículos. Fiquei 1 hora em Avaré, visitei o mirante do Cristo, comi um pastel no Mercado central da cidade, que acabou sendo um oferecimento do dono da pastelaria, Renato. Ele perguntou da viagem, achou maneiro, foi hospitaleiro. Pessoas assim, nos empurram caminho afora. Valeu, Renato! (Falou de uns amigos seus que estavam indo e voltando de Aparecida do Norte)

Dali de Avaré até o encontro com a Raposo Tavares, pela SP-255 também foi muito bem, acostamento, passei pela ponte sobre a Represa de Jurumirim, bati fotos. Bonito lá. Contudo, após, no caminho entre as cidades de Itaí, Fartura, até chegar na divisa com o PR foi um horror só. Aquilo não se pode chamar de estrada – puro abandono. E perigoso, sem acostamento, pelo tráfego razoável de caminhões.

Melhorou só nos 15min finais quando já estava no estado do PR, município de Carlópolis. Mais uma vez a divisa entre os 2 estados, na ponte sobre a represa de Xavantes foi o ponto alto do circuito neste dia. A chegada também pouco antes das 18h. Fiquei no Hotel Furlan, uma hospedagem simples, dentro do preço.  A bici ficou bem guardada, em local seguro, ainda que do outro lado da rua. Dei uma volta à noite para comer uma massa e conhecer um pouco o centrinho de Carlópolis. Tinha bastante gente na praça, tipicamente o movimento do interior.

Foi o melhor dia, por onde passei pelos lugares mais bonitos, melhores estradas. O sol deu as caras. A saída (pelas 8:30h) de Carlópolis foi pela PR-151 uma estrada que acabou de ser conservada, o asfalto ainda está em bom estado e tinha pouquíssimo tráfego – pelo menos naquele dia. Fui curtindo a paisagem, sem forçar muito o pedal. Depois da entrada para um ponto da represa chamado “Cachoeira Espírito Santo”, veio uma serrinha, uma subida forte. Daí me passou um ciclista MTB treinando. Logo depois parei em um mirante e veio outro atrás. Pararam em uma bica e eu segui. Trocamos um oi rápido e eles disseram que iam pra Jacarezinho. O ritmo deles era outro, sem bagagem, e eu fui na minha tocada porque ainda teria muito mais chão pra encarar até a parada do dia. Mas, de fato, aquela estrada valia a pena para um pedal. Que visual!!! No alto ficava a cidade de Ribeirão Claro. Parei um pouco lá, fiz um lanche na praça, depois bebi um açai na padaria. Lá um tiozão chamado Luis puxou um papo pra saber de onde eu vinha para onde ía… Conversando acabei sabendo que já tinha sido “casca” de certa forma, praticante de triatlo, coisa-e-tal. Agora está só na natação. Mas gentilmente me ofereceu 3 laranjas-baía que aceitei com todo gosto, inclusive uma detonei na hora, me fez o maior bem!

Dali peguei a descida para a divisa PR-SP, passei antes pelo Véu da Noiva local e cruzei a ponte pênsil sobre o Paranapanema. Parei para curtir um caldo de cana. Então, voltando a SP, a primeira cidade foi Chavantes onde peguei a Raposo Tavares. O sol já estava a toda. Foi só beber muito líquido pra aguentar a batida.

Assim que entrei na Raposo, perto de Chavantes, a impressão é que seria o trecho mais fácil a partir dali no circuito. Asfalto liso, boas condições, foi só meter o pé. Até Ipaussu onde parei para um lanche de 20min foi “sussa”. Mas depois da entrada para Bernardino de Campos as crateras começaram. Passei pelo lago de Piraju, parei numa portaria de condomínio para pegar uma aguinha gelada porque o sol esquentou lá pelas 3. Mas dali em diante ficou um asfalto muito ruim e o pior: sem acostamento. Felizmente consegui uma parada para descansar muito boa, lá pelo Km 297 – o Hotel Farol do Lago. Pude encostar a bici no quarto e jantar com toda mordomia, comida muito boa, de qualidade. O hotel todo possui uma excelente infra, só que não aproveitei nada, óbvio. Fui pro quarto descansar. Mas vale a pena quem quiser conferir, ficar lá uns dias. Fica na beira do Lago de Avaré.

O último dia amanheceu com uma chuva forte. Trovoadas, inclusive. Um caminhoneiro ainda chegou a dizer que o passeio “havia acabado pra mim”. Mas que nada! Pus o casaco impermeável e pé na estrada. Os primeiros 15km até a SP-255 foram pedalados debaixo de muita água e com muito cuidado, pois sem acostamento e com caminhão passando de pouco em pouco, não é pra qualquer um, não.

Mas tudo bem, depois do trevo a chuva foi diminuindo até que cessou lá pela altura de Paranapanema. Cruzei o rio, bati umas fotos na ponte, lugar bonito ali. Mas só a estrada que não ajudava. Ô coisa ruim!!! Como xinguei as autoridades. Mas de que adiantava… O lance foi pedalar com todo o cuidado, se afastar do tráfego pesado sempre que dava mesmo que para isso tivesse que encarar a terra do “acostamento entre aspas”. A subida e descida do alto de Angatuba,foi feita no “sapatinho”, porque ali o bicho pega. E quanto mais perto de Itapetininga, maior o tráfego devido à volta do feriadão. Ainda bem que antes de escurecer de vez, chegou a duplicação da Raposo, 6 km faltando pra Itapetininga.

Entrei na cidade no primeiro acesso, contornei o Centro e cheguei na Rodoviária (depois de perguntar umas 3x). Embarquei de volta no busão de 20:01, da Cometa, certo de haver completado os 610km mais rápidos desde o início das cicloviagens. Foi um bom treino. Valeu a experiência.

June 13, 2013 Posted by | Bike | , , , , , | 1 Comment